quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

O LADO OCULTO DA VIDA (Osmar Barbosa)




Esta é a história de Elisa, uma mulher que se propôs a viver as piores experiências na vida para alcançar a nobreza espiritual. Será que agora, quando ela chega ao mundo espiritual, tudo está cumprido? Será que após tantas provas Elisa não precisará mais voltar ao convívio desses espíritos que experimentaram com ela essa última encarnação? Algumas vezes ficamos sem entender muito bem as coisas que nos acontecem. Ficamos desolados e tristes com as dores que vivenciamos, e na maioria das vezes estamos de pés e mãos atados, vivenciando dramas sem que nada possamos fazer. Ensinamentos? Carma? O que é isso? Por que sofremos? Por que as coisas são tão dolorosas para uns e tão boas para outros? Por que nascem pessoas destinadas a viverem sem ouvir, sem falar, sem andar? Por que nascem pessoas destinadas a viverem eternamente dependentes de outras pessoas? Por que doenças surgem em tenra idade? Como vivenciar uma doença terminal e lutar pela vida mesmo sabendo que um dia a vida chegará ao fim? De onde viemos? Para onde vamos? Qual o objetivo de Deus quando nos impõe provas tão duras? Será que é Deus quem determina o sofrimento? Você é meu convidado a experimentar e descobrir como tudo isso acontece e como os bons espíritos podem nos ajudar revelando para nós, O Lado Oculto da Vida.

Por: Osmar Barbosa

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

UM IMPACTO NA ESCURIDÃO - O PROTEGIDO DO GUARDIÃO DAS SETE CRUZES (Rosana Paiva)




Nem sempre conseguimos perceber o auxílio da espiritualidade em nossa vida. Mesmo quando a tristeza, o desespero, a angústia e a descrença nos trazem sofrimento, sempre existirá um socorro vindo até nós por meio de espíritos que nos são afins, entidades e mentores. Para isso, basta que trabalhemos nossa fé e procuremos manter, mesmo na dificuldade, nossa energia o mais positivo possível. Um Pacto na Escuridão, ao contrário do que o próprio título nos diz, mostra como o plano espiritual tem um carinho especial por cada um de nós. A Luz se encontra na imensidão de nosso planeta e também no coração daqueles que nos foram direcionados para nos guardar e nos auxiliar nesta caminhada, orientando-nos para uma melhor evolução. Um livro que vai alcançar um importante entendimento em relação aos amados Guardiões que trabalham em dimensões diferenciadas negativas, que vai fazer com que possamos compreender que a Lei Maior e a Justiça Divina sempre foram e serão positivas, sempre serão Luz, mesmo quando em correções de espíritos que não souberam fazer bom uso de seu livre-arbítrio.

Por: Madras Editora

ZÉ PELINTRA (Mizael Vaz)




Com a chegada dos grileiros de terras no Estado de Pernambuco, surge o coronel Silva, um militar respeitado por ter lutado na última fase da Guerra do Paraguai, no ataque em 1º de março de 1870 a Francisco Solano Lopes, o ditador paraguaio em seu último reduto: Cerro Corá. O obstinado abolicionista passou a ocupar uma imensa fazenda próxima à vila de Garanhuns, onde, em 1886, surge a história de José Porfírio Santiago, que posteriormente – com o seu desencarne e passando por várias etapas da sua vida espiritual – ganhou ascensão e hoje, no mundo espiritual, é um mestre do catimbó. Em consideração a tantos admiradores, fãs, filhos e afilhados, Sêo Zé Pelintra nos conta detalhes da sua história, tanto no plano físico quanto na espiritualidade. Na parte final do livro, o autor inseriu algumas simpatias e “receitas” de Sêo Zé Pelintra, também chamado de “Sêo Dotô” – pelo fato de ele ter sido considerado um grande curandeiro de sua época. Conheça a história de uma das entidades mais tradicionais do mundo dos terreiros.

Por: Madras Editora

O GUARDIÃO TRANCA-RUA (Nelson Pires Filho)




O Guardião Tranca-Rua é um livro que traz novas revelações a respeito dos ditames das Leis Divinas. Para os leitores que estão acostumados com os livros espíritas, a história desse Guardião dos Mistérios Sagrados vai mostrar um lado da espiritualidade que aos poucos vem sendo descortinado para os homens do novo milênio: os Mistérios da Criação Divina no mundo negativo. O intuito dos Mestres da Luz é, certamente, alertar-nos para a nossa responsabilidade em relação às decisões que tomamos durante nossa vida, e as consequências que se seguem, principalmente para aqueles que atuam no mundo das iniciações e das magias. O Guardião Tranca-Rua traz a história de Sízio, seu contato com os símbolos mágicos e suas obrigações, e também de sua queda. É um livro tocante, porque acompanhamos sua provação e seu doloroso aprendizado, trabalhando para reparar seus erros, optando por difundir a Luz da Justiça Divina nas Trevas.

Por: Madras Editora

MARABÔ O GUARDIÃO DAS MATAS (José Augusto Barboza)




Esta obra apresenta as peregrinações do Exu Marabô, relatadas em suas diversas existências, desde sua queda até sua ascensão e, finalmente, sua consagração como Guardião das Matas. Quando os homens terrestres estavam começando a caminhar em suas jornadas evolutivas reencarnatórias, Marabô começou a sua trajetória a caminho de sua evolução. No entanto, ele e seu companheiro desde a infância, Luci-yê-fer-yê, cederam aos sentimentos baixos: paixões vãs, ódio, rancor, raiva, vingança, sensualidade desenfreada, enfim, a todos os tipos de vício que cercam os espíritos encarnados, provocando revoltas e conflitos. Quando percebeu que seus atos vis eram a causa de seu sofrimento, passou a se redimir de seus erros e, tendo uma nova oportunidade, tornou-se uma fonte de renovação capaz de fazer o ser humano expandir seus próprios conhecimentos de forma a difundi-los. “Assim, de travessuras em travessuras, erros e acertos, crescemos e atingimos o grau da maturidade.”

Por: Madras Editora

A SAGA DE JOÃO TATÁ CAVEIRA - UM MERGULHO NAS TREVAS (Marcio Martins)




Este livro apresenta a saga de João Tatá Caveira, a princípio como simplesmente João, um jovem comerciante bem-sucedido dos anos 1870. Ele vivia com seu irmão mais velho, Jonas, que ficou cuidando dos negócios da família em São Paulo, quando João, sua mãe (Joana) e seu irmão mais novo (Paulo) mudaram para o Rio de Janeiro, onde sua irmã Patrícia morava na companhia de sua tia Lucinda.

João não entendia por quê, mas sentia grande repulsa por Marcos, o noivo de Patrícia, embora este sempre fizesse de tudo para ajudá-lo, tanto na vida particular quanto nos negócios.

Uma ida a São Paulo para visitar Jonas marca o início da mudança de comportamento de João, que se casa com Ana, a filha do Comendador. Jonas é assassinado, e João jura vingar a morte do irmão. A partir daí, comete crimes e outras atrocidades que o levaram, finalmente, a uma morte solitária e sofrida.

Então, tem início a sua senda no mundo espiritual, onde se torna um escravo da falange de Tatá Caveira, o Senhor da Morte e dos Cemitérios. Veja como foi essa trajetória, até que o outrora comerciante se tornasse o Guardião João Tatá Caveira.

Por: Madras Editora

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

CASA DE AXÉ (Daisy Mutti & Lizete Chaves)





Este livro é um grito de alerta a todos que queiram se integrar na religião, traz à luz fatos e situações que ocorrem nos terreiros por este Brasil afora, cujos representantes desonram e mancham a bandeira da Umbanda. Em cada capítulo, o leitor encontrará uma história real de percalços na forma de contos. Os nomes são fictícios, mas o abuso religioso e as dificuldades experimentadas pelos médiuns na busca de um terreiro para trabalhar, esbarrando em dirigentes que não exercitam os bons costumes, não são fantasia e acontecem com mais frequência do que é possível imaginar. Na segunda parte de cada trama, na forma de perguntas e respostas, as autoras compartilham suas visões acerca dos fatos, tendo como base a linha do Caboclo das Sete Encruzilhadas.

Com o intuito de repassar o conhecimento adquirido por meio de muito estudo, leitura e vivências de terreiro, com o pé no chão que completa uma década, Daisy Mutti e Lizete Chaves desejam, neste segundo livro, clarear as mentes e adverti-las quanto à esperteza de muitos sacerdotes que se dizem umbandistas, mas que na verdade são aéticos, e induzir o leitor a confrontar, indagar e não aceitar situações que ponham em risco sua pessoa e seu caráter, ajudando-o a percorrer caminhos mais saudáveis e harmônicos.

Por: Edições BesouroBox

O MAGNETISMO NA CASA UMBANDISTA (Norberto Peixoto)




Neste livro, a fisiologia do passe é aprofundada na forma de um guia prático. São elucidadas questões essenciais para todo trabalhador disposto a doar um fluido magnético saudável aos amigos espirituais. Os conceitos de magnetismo, duplo etéreo e aura humana são explicados com simplicidade didática, correlacionando-os ainda a noções básicas de anatomia humana, aos chakras e às energias primordiais dos Orixás, canalizadas com o uso dos cristais e cromoterapia, saberes mantenedores da saúde orgânica e psíquica do indivíduo. Sem dúvida, trata-se de valioso roteiro de estudo com relatos de casos reais contribuindo para compreendermos que depende de nós a construção da própria saúde, despertando-nos a consciência para a vida além da matéria e à indispensável educação emocional, que são pré-requisitos mínimos exigidos para uma parceria mediúnica madura com os nossos mentores e guias espirituais, neste atual momento planetário.

Por: Edições BesouroBox

A UMBANDA É DE TODOS (Norberto Peixoto)




Esta obra é um valioso guia de estudos e roteiro de trabalho, não ensina magias, fórmulas ou cerimoniais, somente deseja auxiliar a todos que são médiuns trabalhadores. Tem como objetivo reduzir os fracassos de tantos que se iniciam na religião de Umbanda e também aumentar o baixo número de trabalhadores que permanecem ativos na Luz Divina. Afinal, quem pode ser um zelador de Umbanda? A consagração sacerdotal é indispensável? Como orientar o destino pessoal e ao mesmo tempo elaborar os rituais propiciatórios para as defesas, preceitos, liturgias e manutenção da comunidade religiosa? O difícil cargo sacerdotal de chefe de terreiro, em seus aspectos funcionais profundos, éticos e comportamentais são analisados com clareza nesta obra de Norberto Peixoto, assim como questões práticas que fazem parte de qualquer agrupamento umbandista. 

Por: Edições BesouroBox

CARTILHA DO MÉDIUM UMBANDISTA (Norberto Peixoto)




Esta obra é luz no caminho a ser percorrido pelos medianeiros em busca da educação anímico-consciencial, um guia de estudo para quem busca se integrar à diversidade e fraternidade universal vivenciadas na Umbanda. Neste segundo volume da trilogia são descortinados os meandros profundos da psicologia envolvida nos processos de aprendizado dos aspirantes à médium. A tarefa de passes e aconselhamentos espirituais, realizadas nas sessões de caridade, o ponto central da mediunidade de terreiro são descritos com um olhar de dentro para fora. Os primeiros passos dos iniciantes, a integração na corrente mediúnica com o entendimento de seus meandros ocultos, objetivando-se vencer o medo das primeiras incorporações  são alguns temas também abordados. Cartilha do Médium Umbandista desmistifica a inconsciência total e esclarece os mecanismos da passividade necessária aos estados alterados de consciência, acompanhados de rituais indutores aos transes mediúnicos.

Por: Edições BesouroBox

INICIANDO NA UMBANDA (Norberto Peixoto)




Em INICIANDO NA UMBANDA, Norberto Peixoto trata de temas fundamentais para todos os espiritualistas, iniciantes e iniciados que buscam compreender melhor a essência da Umbanda: o que é Umbanda, o terreiro, a forma de apresentação dos espíritos e as linhas de trabalho; os Orixás e os pontos de força da natureza; para que serve o jogo de búzios; o que é Exu; o que são assentamentos vibratórios, congá, firmezas e tronqueiras; o cruzeiro das almas; os elementos, as defumações; as ervas, folhas, banhos, preceitos e consagrações; os cantos e toques entre outros assuntos referentes ao universo dos terreiros.

Por: Edições BesouroBox

OS ORIXÁS E OS CICLOS DA VIDA (Norberto Peixoto)




O autor resgata tradições ancestrais, histórias apaixonantes e esclarecedoras e nos aprofunda nos ensinamentos ocultos declarados, desvelando alguns saberes que se relacionam com a mitologia dos Orixás e, consequentemente, com a nossa essência. No livro, questões instigantes referentes à existência humana, inspiradas pelo espírito Senhor Ogum Sete Estradas (Ramaogundá), são elucidadas com profundidade. Afinal, o que são os Orixás? Por que eles foram criados? Esta obra, escrita numa linguagem acessível, serve como um guia de estudos e reflexão para umbandistas, adeptos das religiões da diáspora africana e simpatizantes em geral, afeitos a estes saberes milenares que “forjam” inexoravelmente à alma universalista do brasileiro. Que possamos nos conhecer um pouco mais ao entender os Orixás que se associam a nós como condutores dos ciclos das existências humanas. É possível termos um destino mais alvissareiro, com caminhos abertos para a bem-aventurança e corpo fechado para as enfermidades. Cabe somente a nós, a chave está em nossas mãos.

Por: Edições BesouroBox

APOMETRIA OS ORIXÁS E AS LINHAS DE UMBANDA (Norberto Peixoto)




Apometria é uma técnica terapêutica disponibilizada pelo plano espiritual para atendimento fraterno. Ela respeita e convive em perfeita sintonia com todas as religiões que se orientam na prática do amor e do bem. A experiência de Norberto Peixoto como médium sacerdote e dirigente de trabalho desobsessivo apométrico deu origem a esta obra indispensável e esclarecedora para todo trabalhador e pesquisador espiritualista. É um guia prático que pode ser aplicado em qualquer agrupamento, desde que seja universalista e aberto à manifestação mediúnica dos Falangeiros de Aruanda. Mesmo abordando conteúdos complexos, como a metodologia de trabalho, a mediunidade e a obsessão com o uso de tecnologia extrafísica, o desdobramento espiritual induzido, a nefasta síndrome dos aparelhos parasitas, as ressonâncias de vidas passadas, a invocação das linhas dos Orixás na dinâmica dos atendimentos, a magia negativa e outros temas do Universo da Umbanda, a maneira didática e a linguagem simples do autor os tornam acessíveis e de fácil entendimento.

Por: Edições BesouroBox

ENCANTOS DE UMBANDA (Norberto Peixoto)




É um guia de estudos que registra os fundamentos básicos, esotéricos, teológicos e rito-litúrgicos da Umbanda. Buscando a universalização do saber, sem pretensão de codificação, é composto por uma série de conhecimentos que abordam temas pouco esclarecidos e vivenciados no mediunismo de terreiro, como a suposta ambiguidade de Exu, a serventia das encruzilhadas, os encantamentos das folhas e os fundamentos da fitoterapia astral, a magia de pemba – do sopro e das fumaçadas, o que é um Cruzeiro das Almas, o que são os Caboclos Bugres, o culto a Ori (cabeça) e aos Orixás, os endereços e assentamentos vibratórios, as palavras sagradas e o poder do verbo – a magia do som, culminando com relatos de casos verídicos, tecendo uma firme e didática “conversa” com o leitor, esclarecendo nuanças pouco entendidas dentro dos terreiros umbandistas. Encantos de Umbanda discorre ainda sobre a lógica da convergência e pensamento de síntese preponderante no movimento umbandista, trazendo a lume os preconceitos e rótulos religiosos equivocados, que rodeiam a periferia do “núcleo duro” da Divina Luz nas terras do Cruzeiro Divino. Sem dúvida, leitura indispensável que deve estar na estante de todo adepto da fraternidade universal.

Por: Edições BesouroBox

EXU - O PODER ORGANIZADOR DO CAOS (Norberto Peixoto)




A BesouroBox traz para você mais um lançamento da série Legião, Exu - O Poder Organizador do Caos. Durante o processo de inserção ocorrido na diáspora africana (nagô) no Brasil, o papel fundamental de ordenador de todo o sistema cósmico de Exu se transformou, no imaginário popular, em uma figura satânica. Ele é o único do panteão de orixás que não foi sincretizado com nenhum santo do catolicismo, numa intencional demonização conduzida pela religião oficial dominante na época e não pelos africanos, ao contrário do senso comum que se estabeleceu. Afinal, quem é Exu? No livro, Norberto Peixoto analisa com profundidade todo o universo de Exu no contexto da Umbanda e, além disso, traz um guia de estudos para que possamos compreender melhor nossos caminhos evolutivos, superando em nós a cruz e as encruzilhadas da existência humana, necessárias à inexorável expansão da consciência como espíritos imortais.

Por: Edições BesouroBox

UMBANDA DE BARRACÃO (Alexandre Cesar Falasco)




Em abril de 2004, nascia na cidade de Jundiaí/SP, um terreiro de Umbanda chamado O BARRACÃO DE ARUANDA. Um ano depois, Pai Alexandre Falasco, autor deste livro, ministrou o primeiro curso de Umbanda de Barracão.

Este livro nasceu desta empreitada, ele traz, na íntegra todo o conteúdo deste curso.

O nome “Umbanda de Barracão é, portanto, ao mesmo tempo uma homenagem a esta casa abençoada, da qual se originou estes conhecimentos que aqui serão passados, e uma menção a uma destas escolas umbandistas, a da Umbanda tradicional, enraizada e antiga.

Por: Ícone Editora

NOS CAMINHOS DA UMBANDA : REVELAÇÕES INÉDITAS (Ronaldo Figueira de Souza)




Esta é uma obra psicografada pela entidade espiritual que se apresenta com o nome de Cacique Pena Verde, que traz revelações inéditas para o universo umbandista.

A obra não tem a intenção de falar sobre o que já foi exaustivamente comentado em outro livros, mas sim trazer a explicação dos espíritos sobre as atividades realizadas em nossos rituais.

O público alvo deste livro são os umbandistas e simpatizantes dos cultos afro-brasileiros.

Ressalta-se que a Umbanda possui muitos segmentos diferenciados e, por sua vez, os livros publicados no mercado restringem-se a um setor específico da religião. Entre eles, podemos citar: Umbanda Branca, Umbanda Esotérica, Almas e Angola, etc. 

Nossa proposta é trazer um conteúdo que possa abranger todas as vertentes desta religião.

Por: Ícone Editora

MEMÓRIAS DA UMBANDA DO BRASIL (Ronaldo Antonio Linares & Diamantino Fernandes Trindade)




A história da Umbanda é uma grande pesquisa em construção. Assim, sempre que novos documentos se apresentam, os autores procuram fazer a sua divulgação para que cada vez mais os umbandistas conheçam as origens e o desenvolvimento histórico da sua religião. Esta obra resgata alguns desses documentos e aborda alguns temas que, ao longo da história, têm sido motivo de muitos estudos e polêmicas, como as conquistas dos umbandistas, a Umbanda na Mídia, a metodologia utilizada na pesquisa histórica da Umbanda, pontos de força de um terreiro, obsessores, animismo e mistificação. Quando novos documentos se apresentam é necessário um novo olhar sobre determinado tema. Assim ocorre neste livro, com uma revisão do início da História da Umbanda. Outros temas, de grande interesse dos umbandistas, são tratados à luz da razão, como as oferendas e obrigações à Yemanjá, o uso indevido dos pontos cantados, aspectos históricos do Hino da Umbanda, banhos e defumações. O leitor encontrará ainda nesta obra um resgate sobre reportagens, livros e revistas que muito contribuíram para a divulgação da Umbanda. Uma interessante viagem no túnel do tempo mostra imagens que nos trazem muita saudade de tempos idos e também dos tempos atuais. Leal de Souza reaparece com novos documentos pesquisados e revelados. Esta obra é uma importante contribuição aos milhões de umbandistas que diariamente frequentam os terreiros no Brasil e em outros países.

Por: Ícone Editora

BRASIL DE TODOS OS ORIXÁS (Pai Roberto de Jagum)




O candomblé e as demais religiões afro-brasileiras tradicionais formaram‑se em diferentes áreas do Brasil, com diferentes ritos e nomes locais derivados de tradições africanas diversas. Candomblé na Bahia, Xangô em Pernambuco, Tambor em Alagoas, Tambor de Minas no Maranhão e Pará, Batuque no Rio Grande do Sul e Macumba no Rio de Janeiro.

Neste livro, para conhecimento fácil e amplo do leitor, são apresentadas as lendas e histórias dos Orixás, a ancestralidade do candomblé, a hierarquia na religião do candomblé, temas de relevante importância para completar o conhecimento e a divulgação do candomblé, pois praticamente esgota o tema quando somado ao conteúdo em seus livros anteriores. Por razões de caráter político, religioso e social, por ter sua origem nos rincões mais sombrios e primitivos da velha África, o candomblé não pôde ser traduzido em uma Bíblia por seus seguidores e Babalorixás, reprimido que foi pelos povos e religiões dominantes nos séculos passados e foi passado por gerações, de boca em boca, com os naturais desvios e fantasias de seus seguidores. Hoje, praticamente temos todos os ingredientes para sinalização dessa “Bíblia”.

Por: Ícone Editora

UMBANDA E O PODER DA MEDIUNIDADE (W. W. da Matta e Silva)




O conhecido autor de tantos livros sobre umbanda focaliza nesta obra o problema da mediunidade, que não é tão simples como se pensa e que estaria ao alcance de todos, bastando para isso freqüentar um curso para desenvolvê-la. Baseando-se no próprio Allan Kardec, o autor assevera que não se deve forçar o que não é espontâneo e que o médium é um ser especial, que nasceu com essa missão e que, por isso, deve cumpri-la. Por outro lado, embora todos tenham alguns sintomas de mediunidade, não é aconselhável desenvolvê-la naqueles que não nasceram com ela de maneira inequívoca. Forçar o que não é natural pode provocar desequilíbrios e o autor trata deste assunto com muita propriedade.

Por: Ícone Editora 

UMBANDA DO BRASIL (W. W. da Matta e Silva)



Esta obra é a síntese substancial de um árduo trabalho realizado por W. W. da Matta e Silva em seus vários anos de militância dentro do Movimento Umbandista. Revela aspectos profundos e ainda hoje inéditos dentro do panorama deste Movimento, pois ressalta, acima de tudo, os verdadeiros fundamentos da Umbanda, cujas revelações, pouco a pouco se descortinam, mostrando muito mais do que os olhos e as mentes profanas conseguem absorver. É uma obra voltada para os Umbandistas verdadeiros e honestos e mesmo para os pesquisadores que desconheçam a real pureza da Umbanda, seus mistérios e finalidades.

Neste livro o autor mostra as raízes históricas, míticas e místicas da Umbanda; as fusões e as misturas que levam muitos a terem uma ideia deturpada e estreita desta senda; revela, ainda, entre outros conceitos, a origem real, científica, histórica e pré-histórica da palavra Umbanda; a forma e apresentação dos espíritos em nossos terreiros; a diferença fundamental entre o médium umbandista e o médium da mesa kardecista; quais são os principais fatores que levam os médiuns a decaírem em seus mediunismos; o que o médium umbandista tem de observar para manter suas condições mediúnicas; o que é magia; o que é um médium magista; o que é a Lei de Salva.

Ensina os corretos rituais de Amacy e de imantação e consagração de uma Tenda ou Choupana de Umbanda; apresenta os primeiros e reais fundamentos da tão controvertida Lei de Pemba e ensina as corretas e mais positivas oferendas para as bandas de Caboclos, Pai-Velhos, Crianças e Exus; dá a real noção do que venha a ser Quimbanda ou os planos opostos e revela a profunda e interna doutrina de Umbanda, a par com o real conceito sobre a chamada “queda dos anjos”…; dá, finalmente, a todos os Umbandistas a primeira revelação: a Cruz Triangulada…

Por tudo isto, Umbanda do Brasil é, em suma, uma obra ímpar, atualizadíssima em seus conceitos, apesar dos mais de trinta anos de sua primeira edição, e figura, junto com o primeiro trabalho do autor, Umbanda de Todos Nós, como um dos quatro grandes marcos da literatura umbandista, ao lado de Umbanda, a Proto-Síntese Cósmica e Fundamentos Herméticos de Umbanda (onde se encontra a segunda revelação) estas, obras de F. Rivas Neto, o Mestre Arapiaga, legítimo sucessor do Grande Mestre Yapacani, o que demonstra a continuidade de uma Tradição, que ruma, dos aspectos humanos para os aspectos cósmicos, visando a resgatar nosso mundo das penumbras da ignorância espiritual.

Por: Ícone Editora

UMBANDA DE TODOS NÓS (W. W. da Matta e Silva)




Poucas vezes e por poucos foi aquilatada a importância desta obra. Editada há mais de 50 anos, seu autor é um divisor de águas dentro do Movimento Umbandista, pois o conceito sobre Umbanda só pode ser estabelecido se tomarmos Matta e Silva e UMBANDA DE TODOS NÓS como parâmetro.

Antes, o Movimento Umbandista era considerado como simples fetichismo, como uma manifestação meramente folclórica, desordenada e confusa em seus rituais e doutrina. Depois de 1956, após sua publicação, ficou patente que a Umbanda trazia em seu bojo os mais antigos e importantes fundamentos Filosóficos, Científicos, Religiosos e Artísticos da humanidade. Era a Umbanda, realmente, a Religião-Primeva, a síntese incógnita desejada por muitos, mas compreendida em sua profundidade por raríssimos iniciados.

Aqui, o leitor irá encontrar a verdadeira definição do que seja Umbanda, em seus mais puros conceitos, a origem real, científica e histórica desta palavra; o que é, realmente, o Orixá; quem é Exu e quais são as verdadeiras 7 Linhas ou 7 Vibrações espirituais. Define, com maestria, o que vêm a ser a mediunidade na Lei de Umbanda e quais as formas de apresentação dos espíritos de Caboclos, Pais-Velhos e Crianças.

Ensina os mais corretos e positivos fundamentos sobre ritual, banhos de ervas e defumadores; as guias, os sinais riscados ou Lei de Pemba. Explica as diferenças fundamentais entre Elementais e Elementares, dando noções basilares sobre o Espírito – este ser desconhecido…

Apesar do tempo passado, UMBANDA DE TODOS NÓS é atualizadíssima, pois seus conceitos ainda são reveladores para a maior parte dos umbandistas e figura ao lado de UMBANDA DO BRASIL, do mesmo autor.

Devido ao árduo trabalho de sua vida e a importância desta e de suas obras, Matta e Silva deve ser colocado ao lado dos grandes mestres e magos das ciências herméticas e ocultas, sendo figura tão importante quanto a dos grandes patriarcas e hierofantes do passado.

Por: Ícone Editora 

SEGREDOS DA MAGIA DE UMBANDA E QUIMBANDA (W. W. da Matta e Silva)




Os ensinamentos aqui encontrados fazem parte da magia ou da tradição mágica verdadeira, cujos segredos estão nas páginas de Kabala Ária ou Nórdica (detalhes na introdução) e que são inerentes à corrente astral de umbanda. Essa Kabala foi ocultada desde o famoso Cisma de Irshu, ocorrido na Índia há mais ou menos 5.500 anos. Todavia, a sua duplicidade existe no astral e é de livre acesso às nossas entidades espirituais... Ao revelar certas operações da alta magia de umbanda, fazemo-lo seguindo a nossa linha doutrinária, que sempre foi, é e será a de contribuir cada vez mais para a melhoria de todos os irmãos e particularmente para os que se dedicam a essas práticas e necessitam muito de elementos de autodefesa.

Por: Ícone Editora 

MISTÉRIOS E PRÁTICAS NA LEI DE UMBANDA (W. W. da Matta e Silva)




Esta obra é a síntese substancial de um árduo trabalho realizado por W. W. da Matta e Silva em seus vários anos de militância dentro do Movimento Umbandista. Revela aspectos profundos e ainda hoje inéditos dentro do panorama deste Movimento, pois ressalta, acima de tudo, os verdadeiros fundamentos da Umbanda, cujas revelações, pouco a pouco se descortinam, mostrando muito mais do que os olhos e as mentes profanas conseguem absorver. É uma obra voltada para os Umbandistas verdadeiros e honestos e mesmo para os pesquisadores que desconheçam a real pureza da Umbanda, seus mistérios e finalidades.

Neste livro o autor mostra as raízes históricas, míticas e místicas da Umbanda; as fusões e as misturas que levam muitos a terem uma ideia deturpada e estreita desta senda; revela, ainda, entre outros conceitos, a origem real, científica, histórica e pré-histórica da palavra Umbanda; a forma e apresentação dos espíritos em nossos terreiros; a diferença fundamental entre o médium umbandista e o médium da mesa kardecista; quais são os principais fatores que levam os médiuns a decaírem em seus mediunismos; o que o médium umbandista tem de observar para manter suas condições mediúnicas; o que é magia; o que é um médium magista; o que é a Lei de Salva.

Por: Ícone Editora 

LIÇÕES DE UMBANDA E QUIMBANDA NA PALAVRA DE UM “PRETO-VELHO” (W. W. da Matta e Silva)



Matta e Silva foi o médium que mais serviços prestou ao movimento umbandista, sendo conhecido e respeitado em todo o Brasil e até no exterior. Quando lançou este livro teve por objetivo atender a incontáveis pedidos, insistentes mesmo, de admiradores e simpatizantes da Umbanda e seguidores dos Princípios ou Regras estabelecidos nos seus trabalhos nesse campo. Há neste livro, que tem caráter mediúnico, um diálogo edificante entre um “Filho-de-Fé” (médico) e um “Preto-Velho”. A Ícone sente-se honrada em editar mais uma vez esta obra de Matta e Silva.

Por: Ícone Editora 

DOUTRINA SECRETA DA UMBANDA (W. W. da Matta e Silva)




Esta obra, a primeira a revelar os fundamentos da metafísica umbandista, veio à luz pela pena do maior expoente da Umbanda do século passado, W. W. da Matta e Silva. A Tradição do Saber Integral ou Cabala é desdobrada a partir do Grande Arcano e se estende por toda a Teogonia e Cosmogonia em um tratado filosófico profundo e, ao mesmo tempo, claro e conciso. O trabalho do Mestre Yapacani (W. W. da Matta e Silva) deixou impressões indeléveis sobre o movimento umbandista. Muitos de seus discípulos seguem ainda o ritual estabelecido pelo Mestre na década de 1970, trazendo para o terceiro milênio os ensinamentos ainda não assimilados por muitos. A mim coube, a pedido da família Matta e Silva, a tarefa de reeditar as obras do insigne Mestre, do qual fui discípulo e iniciado. Aproveito o ensejo para lhe prestar um tributo, neste ano de 2002, com a fundação da Faculdade de Teologia Umbandista, cuja realização ofereço ao querido Mestre.

Por: Yamunisiddha Arhapiagha

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

40 ANOS DE UMBANDA - CASOS, CONTOS E HISTÓRIAS (Delmo Ferreira)



A tradição oral, passada pelos antigos aos mais novos, sempre foi um dos costumes mais caros às tradiçoes afrobrasileiras. É através de mitos, histórias e canções que os sábios anciões ensinam aos mais novos seus costumes, sua cultura e os mais importantes fundamentos de sua religião.

Há mais de 30 anos à frente de um dos mais respeitados templos religiosos de Umbanda do estado do Rio de Janeiro, o professor e acadêmico Delmo Ferreira revive neste livro essa tradição.

Se em tempos de internet e mídias sociais a oralidade e a vivência dentro de terreiros e templos é substituída por cursos à distância e "pais de santo" virtuais, Delmo Ferreira resgata das névoas da memória histórias e "casos" seus e de algumas das centenas de pessoas que ele pessoalmente iniciou nessa religião.

Muitos de seus "filhos" e "filhas", "netos" e "bisnetos" são hoje, eles próprios, sacerdotes à frente de suas casas, perpetuando e mantendo viva a história e os rituais da Umbanda praticada pelo autor e sua esposa, Iva Maria Ferreira, há mais de 40 anos.

São histórias que ensinam, divertem, exemplificam e, acima de tudo, revelam um pouco dessa mítica religião e da visão de mundo dos seus seguidores.

Neste livro, você está convidado(a) a receber um pouco de toda essa vivência e experiência do autor. Aproveite!

Por: Delmo Ferreira

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

EXU TIRIRI QUEDA E ASCENÇÃO NA BUSCA DA EVOLUÇÃO (Hélio Doganelli Filho)



Ainda que religiões predominantes no mundo tenham impregnado na sociedade a errônea imagem sobre Exu, sincretizando-o com um tal de Diabo, o leitor poderá entender e desmistificar essa lenda, vivenciando com os olhos da alma os diversos graus espirituais narrados na história, os quais relatam a existência de seres bons e seres ruins, assim como existem também encarnados na Crosta Terrestre, pessoas que são boas e ajudam seus semelhantes em todos os aspectos, e outras perversas que em muitos casos tiram inclusive a vida de outro ser humano. Em sua sensacional trajetória pelas esferas negativas, iremos conhecer vários domínios espirituais que trabalham pela lei e pela justiça divina em densos níveis vibratórios, zelando sempre pelo equilíbrio e pela restauração de todos os seres que neles habitam. É possível compreender nas narrativas de Guardião Tiriri, que nós somos nossos próprios juízes, e, nas mais diversas e difíceis situações que por vezes nos deparamos, resta somente a nós mesmos, a compreensão de nossos erros, de nossos ódios e de nossos apegos para conseguirmos assim a restauração espiritual em busca da evolução. Desejo ao leitor que possa ler a história não somente com os olhos materiais, mas sobretudo com os olhos da alma, para que possa, assim como eu, compreender e assimilar a experiência e os ensinamentos transmitidos por Exu Tiriri e que possa levar as outras pessoas pelo menos uma Pequena parte das dádivas, contidas nestas páginas, sobre a Lei e a Justiça Divina e sobre o infinito amor de Deus, nosso criador, que a nada desampara no Universo. 

Por: Hélio Doganelli Filho

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

SENHORA POMBAGIRA ROSA CAVEIRA (Ed Sant'Anna)



Toda mulher é uma bruxa natural. Ela possui o sexto sentido, assim como o “ser mãe” é a magia da vida. Assim é Dona Rosa Caveira: uma mãe! Dona Rosa Caveira lutou por sua liberdade e continua firme ao lado daqueles que anseiam por sua evolução. Assim como todas as guardiãs nos trazem mensagens para desmistificar algumas linhas de pensamentos preconceituosas, Dona Rosa Caveira nos cerca e atinge neste conto seus propósitos, como o de mexer com os sentidos de quem o ler para que este possa soltar suas amarras e travar a ideia do real objetivo da evolução espiritual, pois a vida é a oportunidade máxima e não se espera que a felicidade venha bater a sua porta.  Saravá Dona Rosa Caveira! Meus respeitos...

Por: Marcelo Gutierrez

terça-feira, 10 de outubro de 2017

ARUANDA - A MORADA DOS ORIXÁS (Daniel Soares Filho)



O livro está dividido em duas grandes partes. A primeira tem um desenho descritivo baseado em uma coleta de dados e informações a respeito do conceito de Aruanda. Longe da pretensão de ser uma definição doutrinária, os capítulos visam trazer para os leitores um pouco da trajetória do autor no que se refere às pesquisas e, porque não dizer, as suas curiosidades com relação ao tema. A segunda parte tem por objetivo apresentar algumas histórias narradas pela espiritualidade e quem têm um caráter de ensinamento para a vida de todos os que, de uma forma ou de outra, buscam crescer como seres humanos e seres divinos, ou como dizem grandes Mestres da humanidade: a busca do Despertar Espiritual. Em suma, o texto busca esclarecer o conceito e as histórias sobre a “colônia espiritual” chamada Aruanda que é uma referência umbandista. Além de apresentar as questões conceituais, busca ser a apresentação de uma realidade de terreiro, uma vez que traz também informações obtidas em “entrevistas” com Pretos Velhos e Pretas Velhas quando estes estiveram “na Terra” em algumas Tendas de total confiança e idoneidade.

Por: Daniel Soares Filho

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

DEPOIS... (Osmar Barbosa)



Qual seria a mais difícil de todas as perguntas? Entre todos os questionamentos da humanidade, qual seria essa pergunta sem resposta? Não me refiro àquelas questões mais cotidianas de nossas vidas ordinárias.

Existe vida após a morte? Qual é o motivo da vida? De onde viemos? Para onde vamos? Quem sou eu? Por que nasci nesta família, neste continente, neste país? Por que meu pai é o meu pai e minha mãe é a minha mãe? Meus irmãos, quem são? Minha família? Por que eu estou aqui? Por que neste corpo, nesta pele, falando este idioma? Tudo termina com a morte? Deus existe? Definitivamente nós precisamos aceitar a realidade que se descortinará à nossa frente assim que deixarmos nosso corpo físico. Somos seres eternos. Estamos encarnados por um motivo óbvio: evoluir. Você pode me perguntar o que é evoluir. Por que necessitamos dessa evolução? Para onde eu vou quando morrer? Por que existe a morte? Por que morrem as pessoas que mais amamos? Será castigo? Por que tudo isso? Por que tanto sofrimento? Qual o objetivo de tanta dor? Deus me castiga? Que justiça é essa? Quais os verdadeiros motivos de Deus para a morte? O que tem por detrás dela?

O que vem depois...

A vida é muito curta para ficar aqui perdendo nosso tempo falando de coisas deste mundo. Uma coisa é certa. Essa vida vai terminar. E o que será que vem depois...

As páginas a seguir lhe trarão informações exclusivas de como tudo vai acontecer com você e comigo quando deixarmos essa curta existência aqui na Terra.

Ao acompanharmos a trajetória de Nicolas, iremos compreender muitas coisas. Vários porquês serão respondidos neste livro. O mais importante para mim, como escritor desta obra, é chamar a atenção de todos os leitores para a necessidade de trazer para dentro de nossa alma a compreensão de que somos ainda aprendizes dessa nova era. O espiritismo é uma crença ainda em sua infância; muitos espíritas estão equivocados com a religião, e isso é normal para quem ainda acabou de nascer. O espiritismo é como um bebê curioso que tudo experimenta para crescer saudavelmente.

Nós, meros estudiosos e interlocutores do alto, não podemos nos refutar a passar adiante as informações que nos são trazidas da vida espiritual. Que por sinal são muito lindas!

Aquele que lê somente um livro espírita é um leitor espírita, mas aquele que experimenta a literatura espírita com mais abrangência deixa de ser um leitor e passa a ser um experimentador da religião do futuro.

A história trazida por Nicolas, neste livro, é um sinal, uma direção, uma luz neste universo de escuridão.

Espero, sinceramente, que este livro possa lhe auxiliar a compreender por que você está aqui. E espero que você aproveite bastante esta oportunidade. Espero que você não perca nem um segundo de vida e não desperdice as oportunidades, não as deixe fluir entre os dedos. Que cada experiência seja proveitosa à sua existência e que você possa compreender que tudo tem um motivo; que todos nós estamos em um projeto único, que estamos ligados uns aos outros, que não somos fruto do acaso. Espero que você, amigo leitor, encontre neste livro a razão de seu viver e aproveite bastante para ser o ser mais feliz do Universo.

Espero que você se conscientize e se prepare para o que vem DEPOIS...

Por: Osmar Barbosa

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

PEREGRINAS DE APARECIDA (Ademir Barbosa Júnior)


 No segundo semestre de 2018, o escritor Ademir Barbosa Júnior (Dermes) enviará um exemplar do seu livro “Peregrinas de Aparecida” (São Paulo: Anúbis, 2018, 110 pp.) ao Papa Francisco. Em 2015, num gesto que favorece o diálogo interreligioso, o Papa recebeu um exemplar do “Dicionário de Umbanda” escrito por Dermes e entregue ao pontífice, conforme documento da Secretaria de Estado do Vaticano emitido em 25/7/2015. Segundo o autor, o papa é afeito ao diálogo interreligioso e foi o primeiro a receber um sacerdote de religiões tradicionais de terreiro, fato ocorrido em sua visita ao Rio de Janeiro, em 2013, quando conversou fraternalmente com o Babalaô Ivanir Santos.

 “Peregrinas de Aparecida”, em fase de preparação, é uma homenagem aos 300 do episódio que deu origem ao culto a Nossa Senhora Aparecida, celebrado em 2017. “Trata-se de uma narrativa em que mulheres partem de Piracicaba (SP), numa van, em excursão, até Aparecida. Há duas freiras (uma extremamente amarga), uma grávida que não sabe se abortará, uma umbandista que vê em Nossa Senhora Aparecida o sincretismo com o Orixá Oxum, uma transexual e outras personagens femininas fortes”, explica o autor.

Com mais de 80 livros publicados no Brasil e em Portugal, alguns com tradução para o inglês, o italiano, o espanhol e o esperanto, e 38 revistas especializadas, Dermes dedica o livro à Pastoral Afro da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de Piracicaba – SP. “Num diálogo fraterno, a Pastoral Afro sempre caminhou conosco, com a imagem de Nossa Senhora Aparecida à frente, à beira do rio, na homenagem a Mamãe Oxum, que sempre contou com a participação de artistas como Aninha Barros, Elaine Teotônio, Tony Azevedo, Roseane Luppi Ediana Raetano Deh Martins, dentre outros”, esclarece Dermes.

Nossa Senhora Aparecida é figura constante na vida do autor. Sacerdote umbandista, é filho de Xangô e Oxum, Orixá das águas doces, sincretizado com Nossa Senhora Aparecida. O primeiro curta-metragem dirigido por Dermes foi gravado em Piracicaba – SP e dedicado a Oxum. Além disso, conforme relata o autor, aos 04 anos foi desenganado pelos médicos e sua mãe fez uma promessa a Nossa Senhora Aparecida pela saúde do filho. Dermes, que já visitou diversos santuários marianos no Brasil e também em Fátima, afirma que a energia de Aparecida é única e suplanta dogmas e concepções teológicas.

Residente em Blumenau – SC desde o início de 2015, onde dirige a T. U. Iansã Matamba e Caboclo Jiboia (TUIMCAJ), presidida por sua esposa, Mãe Karol de Iansã, Dermes é autor do anteprojeto apresentado pelo então vereador Jefferson Forest, responsável pela criação do Dia Municipal de Oxum (Lei 8374/2017). “Para nós é uma alegria muito grande juntar umbandistas, candomblecistas, católicos e outros na celebração do amor, no cuidado com as águas. Amor de mãe une, não separa”, comemora Dermes.

Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também se graduou em Letras, terapeuta holístico e professor desde 1991, Dermes prepara a publicação de outros 08 livros para 2018.

Por: Ademir Barbosa Júnior

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O LIVRO DE OURO DOS ORIXÁS (Ademir Barbosa Júnior)



Introdução

(Algumas considerações pessoais do autor, sempre em consonância e em respeito à diversidade de conceitos na Umbanda, presente em todos os seus livros, inclusive neste)

A Umbanda cultua e trabalha com Orixás. Não são “caboclos ou falangeiros” de Orixás, mas os próprios, que se manifestam de vários modos, inclusive mediunicamente por meio da incorporação. Nunca encarnaram e pertencem a um grau de adaptação aos encarnados e aos indivíduos em que incorporam, evidentemente tendo ainda de baixar seu alto padrão vibratório para tal. Ora, quando alguém migra do Candomblé para a Umbanda ou vice-versa, por exemplo, o Orixá que o assiste e/ou incorpora muda? Não e por várias razões. Uma delas é porque o Orixá de Umbanda também é doutrinado, assentado etc., de modo que os elementos materiais facilitem e sustentem energeticamente a ação espiritual.

A ação dos Orixás é universal. São forças da natureza e, ao mesmo tempo e em muitos graus e níveis, espíritos individualizados de alto grau e que nunca encarnaram. Vários povos os cultuam de maneiras diversas, com outros nomes, mas a semelhança, sem dúvida, salta aos olhos. O desenvolvimento e a doutrinação dos Orixás que trabalham em terra é que os fazem falar ou não; falar em português ou em iorubá ou outra língua africana; mover-se de tal ou qual forma; beber e fumar ou não.

Há regências específicas de Orixás, como as anuais, contudo, ao contrário do que muitos sustentam, não incidem apenas sobre iniciados em cultos de Nação. Ora, se a ação dos Orixás é universal, assim como toda maneira e/ou egrégora, tal qual o Zodíaco ou o Horóscopo Chinês, como a Espiritualidade poderia privilegiar um filho ou um poço em detrimento de outros? Vale lembrar que a ação dos Orixás é universal, não uma pequena chuva a cair apenas sobre a cabeça de quem está sem guarda-chuva e, mesmo que incidisse apenas sobre quem os reconhece e cultua desta ou daquela maneira, isso não caberia, então, apenas aos Cultos de Nação, mas também a outras religiões, como a própria Umbanda.

*

Em algumas das religiões mais tradicionais, notadamente as cristãs, a questão de gênero é bastante desfavorável para mulheres, homo e transexuais. A queda da humanidade se dá por iniciativa do feminino (Eva) enquanto o resgate ocorre por uma mulher que a tradição dessexualizou (Maria). Lilith, a primeira esposa de Adão, a que escolhia “ficar por cima” no ato sexual não aparece nos cânones. Bruxas (mulheres sábias) foram queimadas. Oficialmente Deus é masculino.

Embora parte do Cristianismo não aceite esses princípios (o Papa João Paulo I afirmou que Deus, mais do que Pai, é Mãe; a Igreja Anglicana, de forma mais acolhedora, abençoa casais homoafetivos; o Papa Francisco tem avançado no diálogo com homossexuais e aberto a possibilidade de ordenar mulheres), é comum ouvir entre seminaristas católicos romanos que algo mal feito “é coisa de freira”.
A Umbanda seria diferente? Enquanto os Cultos de Nação, em sua origem, eram verdadeiros matriarcados, nos quais apenas as mulheres incorporavam Orixás (o que não deixava de ser uma forma de afirmação do feminino, mas também de exclusão), célebre autor umbandista afirmou que não existe dirigente espiritual legítima do sexo feminino. Por outro lado, na Umbanda, tem sido cada vez mais forte a presença de Ogãs (sim, Ogãs, e não “atabaqueiras”) do sexo feminino. Tanto na Umbanda quanto nos Cultos de Nação é forte a presença de irmãos homo, bi, trans etc.

Contudo, ainda existem certos tabus na Umbanda, nos quais geralmente o machismo e o patriarcalismo passam despercebidos. Ou nem tanto. Enquanto, por exemplo, Ogum fuma e bebe, o mesmo é visto como algo estranho se for feito por Iansã. Por quê? Pela mesma lógica em que se aceita o corte nos abatedouros e nos açougues, e não nas casas de Culto de Nação e nos templos umbandistas onde o corte é fundamento. Ou seja, lógica nenhuma. Se o fumo e a bebida são fundamentos de uma Iabá, como o são para um Aborô, procure-se compreender o porquê da utilização dos mesmos.
Eu me orgulho de ter sido levantado Pai Pequeno por uma Iansã Matamba que fuma e bebe. E também me orgulho de, como Pai Pequeno, ter podido levantar sua filha, em seus cinco anos como dirigente espiritual. A mesma Iansã Matamba me levantará Pai Maior em agosto de 2016. Sua filha é minha esposa, outro tabu na Umbanda (como diz Mãe Karol, se somos todos irmãos, então vivemos todos em incesto espiritual ao consagrar alguém, abençoar, oferecer sacramentos?). Aliás, a Umbanda, uma religião que tem fundamento, como se canta em vários de seus pontos, tem apresentado nos últimos anos uma velha novidade: o dogma. É o dogma que não permite o levantamento acima citado, é o dogma que afirma que alguém só pode ser dirigente espiritual se incorporar, é o dogma que, por outro lado, desconsidera o apontamento espiritual para a dirigência e sugere que todos devem abrir templos, mesmo sem o resguardo da espiritualidade, é o dogma que diz que Iansã não pode beber e fumar.

Pelo fato de a Iansã Matamba que rege nossa casa beber e fumar (note-se: não é a única, inclusive em Santa Catarina), chegamos a ser apontados como marmoteiros e até expulsos de uma federação de Umbanda e Candomblé (estranho não terem se importado com a casa de Balneário Camboriú). Tenho orgulho disso (“disso”: dos fundamentos da casa e também da expulsão de uma instituição que prima por politicagem e não pela espiritualidade e pelo direito do Povo de Axé). Irmãos que já comeram e beberam (e muito!) em nossa casa fala mal de Mãe Iansã. Mas eu não vi até hoje algum desses irmãos boquirrotos, macho ou fêmea, que tivessem a coragem e a ousadia de perguntar à própria Iansã, à sua médium, a este Pai ou a qualquer filho da casa o porquê do fumo e da bebida como fundamentos dessa Iabá. Sabem por quê? Porque o machista e patriarcal teme mulher de cabeça erguida, ainda mais de espada na mão, como é Oxum Apará, como é Kayala e, sobretudo, como é Iansã.
E que bons ventos cheguem às cabeças ocas!

Axé!

*

Orixá é Amor Verdadeiro, e Amor Verdadeiro nunca faz mal.

Orixás, Guias e Guardiões caminham conosco na expectativa de que nós também caminhemos com eles.

Ademir Barbosa Júnior

Orixás na Umbanda

Etimologicamente e em tradução livre, Orixá significa “a divindade que habita a cabeça” (em iorubá, “ori” é cabeça, enquanto “xá”, rei, divindade), associado comumente ao diversificado panteão africano, trazido à América pelos negros escravos.  A Umbanda Esotérica, por sua vez, reconhece no vocábulo Orixá a corruptela de “Purushá”, significando “Luz do Senhor” ou “Mensageiro do Senhor”.

Cada Orixá relaciona-se a pontos específicos da natureza, os quais são também pontos de força de sua atuação. O mesmo vale para os chamados quatro elementos: fogo, terra, ar e fogo. Portanto, os Orixás são agentes divinos, verdadeiros ministros da Divindade Suprema (Deus, Princípio Primeiro, Causa Primeira etc.), presentes nas mais diversas culturas e tradições espirituais/religiosas, com nomes e cultos diversos, como os Devas indianos. Visto que o ser humano e seu corpo estão em estreita relação com o ambiente (o corpo humano em funcionamento contém em si água, ar, componentes associados à terra, além de calor, relacionado ao fogo), seu Orixá pessoal tratará de cuidar para que essa relação seja a mais equilibrada possível. Tal Orixá, Pai ou Mãe de Cabeça, é conhecido comumente como Eledá e será responsável pelas características físicas, emocionais, espirituais etc. de seu filho, de modo a espelhar nele os arquétipos de suas características, encontrados nos mais diversos mitos e lendas dos Orixás. Auxiliarão o Eledá nessa tarefa outros Orixás, conhecidos como Juntós, ou Adjuntós, , conforme a ordem de influência, e ainda outros. 

Na chamada coroa de um médium de Umbanda ainda aparecem os Guias e as Entidades, em trama e enredo bastante diversificados (embora, por exemplo, geralmente se apresente para cada médium um Preto-Velho, há outros que o auxiliam, e esse mesmo Preto-Velho poderá, por razões diversas, dentre elas missão cumprida, deixar seu médium e partir para outras missões, inclusive em outros planos). De modo geral, a Umbanda não considera os Orixás que descem ao terreiro energias e/ou forças supremas desprovidas de inteligência e individualidade. Para os africanos (e tal conceito reverbera fortemente no Candomblé), Orixás são ancestrais divinizados, que incorporam conforme a ancestralidade, as afinidades e a coroa de cada médium. No Brasil, teriam sido confundidos com os chamados Imolês, isto é, Divindades Criadoras, acima das quais aparece um único Deus: Olorum ou Zâmbi. Na linguagem e na concepção umbandistas, portanto, quem incorpora numa gira de Umbanda, segundo alguns segmentos não são os Orixás propriamente ditos, mas seus falangeiros, em nome dos próprios Orixás, ou, conforme outros segmentos, Orixás sim, contudo com um nível hierárquico mais abaixo. A primeira concepção está de acordo com o conceito de ancestral (espírito) divinizado (e/ou evoluído) vivenciado pelos africanos que para cá foram trazidos como escravos. Mesmo que essa visão não seja consensual (há quem defenda que tais Orixás já encarnaram, enquanto outros segmentos umbandistas – a maioria, diga-se de passagem – rejeitam esse conceito), ao menos se admite no meio Umbandista que o Orixá que incorpora possui um grau adequado de adaptação à energia dos encarnados, o que seria incompatível para os Orixás hierarquicamente superiores. Na pesquisa feita por Miriam de Oxalá a respeito da ancestralidade e da divinização de ancestrais, aparece, dentre outras fontes, a célebre pesquisadora Olga Guidolle Cacciatore, para quem, os Orixás são intermediários entre Olórun, ou melhor, entre seu representante (e filho) Oxalá e os homens. Muitos deles são antigos reis, rainhas ou heróis divinizados, os quais representam as vibrações das forças elementares da Natureza – raios, trovões, ventos, tempestades, água, fenômenos naturais como o arco-íris, atividades econômicas primordiais do homem primitivo – caça, agricultura – ou minerais, como o ferro que tanto serviu a essas atividades de sobrevivência, assim como às de extermínio na guerra. 

Entretanto, e como o tema está sempre aberto ao diálogo, à pesquisa, ao registro de impressões, conforme observa o médium umbandista e escritor Norberto Peixoto, é possível incorporar a forma-pensamento de um Orixá, a qual é plasmada e mantida pelas mentes dos encarnados. Em suas palavras,  era dia de sessão de preto (a) velho (a). estávamos na abertura dos trabalhos, na hora da defumação. O congá ‘repentinamente’ ficou vibrado com o orixá Nanã, que é considerado a mãe maior dos orixás e o seu axé (força) é um dos sustentadores da egrégora da Casa desde a sua fundação, formando par com Oxóssi. Faltavam poucos dias para o amaci (ritual de lavagem da cabeça com ervas maceradas), que tem por finalidade fortalecer a ligação dos médiuns com os orixás regentes e guias espirituais. Pedi um ponto cantado de Nanã Buruquê, antes dos cânticos habituais. Fiquei envolvido com uma energia lenta, mas firme. Fui transportado mentalmente para a beira de um lago lindíssimo e o orixá Nanã me ‘ocupou’, como se entrasse em meu corpo astral ou se interpenetrasse com ele, havendo uma incorporação total. (...) Vou explicar com sinceridade e sem nenhuma comparação, como tanto vemos por aí, como se a manifestação de um ou outro (dos espíritos na umbanda versus dos orixás em outros cultos) fosse mais ou menos superior, conforme o pertencimento de quem os compara a uma ou outra religião. A ‘entidade’ parecia um ‘robô’, um autômato sem pensamento contínuo, levado pelo som e pelos gestos. Sem dúvida, houve uma intensa movimentação de energia benfeitora, mas durante a manifestação do orixá minha cabeça ficou mentalmente vazia, como se nenhuma outra mente ocupasse o corpo energético do orixá que dançava, o que acabei sabendo depois tratar-se de uma forma-pensamento plasmada e mantida ‘viva’ pelas mentes dos encarnados..

No cotidiano dos terreiros, por vezes o vocábulo Orixá é utilizado também para Guias. Nessas casas, por exemplo, é comum ouvir alguém dizer antes de uma gira de Pretos-Velhos: “Precisamos preparar mais banquinhos, pois hoje temos muitos médiuns e, portanto, aumentará o número de Orixás em terra.”

São diversas as classificações referentes aos Orixás na Umbanda. A título de exemplo, observe-se a tabela abaixo:

1. Orixás Virginais
Responsáveis pelo reino virginal.
2. Orixás Causais
Aferem carma causal
3. Orixás Refletores
Responsáveis pela coordenação da energia (massa).
4. Orixás Originais
Recebem dos três graus anteriores as vibrações universais.
5. Orixás Supervisores
Supervisionam as leis universais.
6. Orixás Intermediários
Senhores dos tribunais solares do Universo Astral.
7. Orixás Ancestrais
Senhores da hierarquia planetária.

Há também diversas classificações sobre os graus de funções dos Orixás, como a que segue abaixo: 

Categoria
Grau
Denominação
Orixá Maior
-
-
Orixá Menor
1º.
Chefe de Legião
Orixá Menor
2º.
Chefe de Falange
Orixá Menor
3º.
Chefe de Subfalange
Guia
4º.
Chefe de Grupamento
Protetor
5º.
Chefe Integrante de Grupamento
Protetor
6º.
Subchefe de Grupamento
Protetor
7º.
Integrante de Grupamento

Os Orixás conhecidos na Umbanda são os Ancestrais, subordinados a Jesus Cristo, governador do Planeta Terra. Os mais comuns na Umbanda são Oxalá, Obaluaê, Ogum, Oxossi, Xangô, Iansã, Iemanjá, Nanã, Oxum. Oxalá praticamente não incorpora na Umbanda, exceções feitas a determinados segmentos, porque se considera que todos são filhos de Oxalá e que os médiuns não têm o padrão vibratório adequado para incorporar esse Orixá. Muitos segmentos umbandistas apontam como principal a chamada Tríade do Coronário dos médiuns, isto é, Eledá (Pai ou Mãe de Cabeça) e Adjuntós. Outros preferem trabalhar um conceito quarternário: Pai e Mãe de  Cabeça, Padrinho e Madrinha. Aborô é Orixá de energia masculina, enquanto Iabá, de energia feminina. Metá-metá ou metametá é o Orixá de natureza dupla, que carrega a energia masculina e feminina, certamente também pela semelhança com o vocábulo português “metade”. Contudo, em iorubá, “méta-méta” significa “três ao mesmo tempo”. No caso, Logun-Edé, por exemplo, seria metá-metá porque traz em si a sua natureza, a do pai (Oxóssi) e a da mãe (Oxum).

Alguns dos Orixás apresentados neste livro não são cultuados diretamente na Umbanda ou isso acontece muito pouco.

Orixás pessoais compõem a banda visível e/ou invisível de um médium. Orixás (bem como Guias e Guardiões, na terminologia cotidiana dos terreiros) individualizados, que trabalharão com determinado médium, em fundamento e/ou manifestação explícita, em especial na incorporação, por meio da intuição e outros tantos meios.

Por: Ademir Barbosa Júnior