terça-feira, 26 de julho de 2016

SOMOS AMIGOS (Juliano Leal de Carvalho)




O livro “Somos amigos”, psicografada pelo advogado piauiense e Dirigente Espiritual, Juliano Leal de Carvalho, orientado pelo espírito Antônio da Cruz, tem como principal objetivo levar o leitor a conhecer a Umbanda sobre um prisma de realidade e bom senso, conhecendo um pouco da sua ritualística e seus preceitos da forma mais correta, orientada na fé e na caridade, em forma de romance psicografado, orientando, esclarecendo e divulgando essa religião genuinamente brasileira.

Existem na literatura espiritualista diversas obras sobre a Umbanda, que discorrem em suas páginas, temáticas mais voltadas para a parte ritualística e para as histórias sobre os Guias da Umbanda, mas o livro “Somos amigos” tende a fazer uma mudança nesse foco, tratando sobre a religião de uma forma simples e abrangente, almejando um público não só umbandista, mas acessível a todos os que desejem conhecer a Religião Umbanda.

A Obra

O Livro Somos amigos conta a história de Gustavo, um jovem cheio de questionamento diante das tantas adversidades em sua vida, e que também povoam as mentes de muitas pessoas. “Porque tanta tragédia de uma só vez?” “O que tanto tinha a aprender que deveria lhe custar tanto?” Neste momento de desespero, portas de auxílio se abrem como providência divina, e para Gustavo, abriram-se os caminhos da Umbanda Sagrada. Gustavo resolveu desfazer-se dos preconceitos que o desconhecimento havia plantado em sua mente e começou a trilhar uma jornada que antes lhe parecia um acaso do destino e aos poucos foi revelando não ter nada de imprevisto.

A Umbanda, através dos guias de luz, mostrou ser mais que uma simples religião onde se fazem mandingas, como pensava Gustavo. Era sim, um modo de vida baseado no amor e na caridade que o ajudou a entender que a fé e o conhecimento de quem somos são capazes de transformar tudo a nossa volta.

Os laços de amizade e amor que construímos são fundamentais para determinar o caminho de nossa evoluão. É justamente o papel da Umbanda na evolução dos seres humanos que apresentado nas páginas de Somos Amigos.

Um pouco do livro

“Porque tanta tragédia de uma só vez?”
“O que tanto tinha a aprender que deveria lhe custar tanto?”
Esses eram alguns dos questionamentos de Gustavo diante das tantas adversidades em sua vida, e que também povoam as mentes de muitas pessoas.
Neste momento de desespero, portas de auxílio se abrem como providência divina, e para Gustavo, abriram-se os caminhos da Umbanda Sagrada, mas ele hesitou:
“Seria esta religião o caminho correto a seguir?”
“Poderia um terreiro de Umbanda ajudá-lo a enfrentar tamanhas adversidades?”
Gustavo resolveu desfazer-se dos preconceitos que o desconhecimento havia plantado em sua mente e começou a trilhar uma jornada que antes lhe parecia um acaso do destino e aos poucos foi revelando não ter nada de imprevisto.
A espiritualidade já conspirava a seu favor e o encontro com a Umbanda lhe trouxe bem mais do que ele esperava. Dentro da Umbanda, Gustavo descobriu uma nova forma de ver a vida. Se por um lado, não há como evitar determinados obstáculos que nos ajudam a evoluir, por outro, o conhecimento de que nosso espírito trás à vida terrena resquícios dos elos de relacionamento das encarnações passadas abriu uma consciência diferente, deu-lhe forças para enfrentar seu aprendizado e transformou completamente a ideia que tinha da vida. A Umbanda, através dos guias de luz, mostrou ser mais que uma simples religião onde se fazem mandingas, como pensava Gustavo. Era sim, um modo de vida baseado no amor e na caridade que o ajudou a entender que a fé e o conhecimento de quem somos são capazes de transformar tudo a nossa volta.
Os laços de amizade e amor que construímos são fundamentais para determinar o caminho de nossa evolução.
É justamente o papel da Umbanda na evolução dos seres humanos que lhes é aqui apresentado.

Palavras do autor:

“Achei que meu trabalho mediúnico já estava bem delimitado, quando tive a surpresa de receber a missão de psicografar este livro. Nunca escrevi nada, nunca tinha psicografado e nem achava que fosse capaz. Porém, está aqui a certeza de que a espiritualidade ainda tem planos para mim e o principal deles, sem dúvidas, é o de desmistificar a Umbanda, para que ela seja mais conhecida e respeitada, além de levar aos médiuns o conceito do estudo mediúnico aliado às práticas ritualísticas.”

Por: Juliano Leal de Carvalho

sábado, 23 de julho de 2016

UMBANDA UMA VISÃO ESOTÉRICA (Camos)



Esta obra apresenta a visão de um umbandista estudante de ocultismo, teosofia, filosofia e espiritualidade em geral, sobre a religião mais brasileira de todas, aquela que apesar de marginalizada, muitas vezes deturpada, e até ofendida pela opinião pública, é ao mesmo tempo a medicina do pobre, onde todos os brasileiros podem encontrar um pouco de conforto, amparo, amizade e proteção. Onde as entidades espirituais “vestidas” através dos corpos dos médiuns servem de psicólogos gratuitos para as comunidades mais carentes, pois é onde são mais necessárias. Esta religião é nossa bela e sagrada Umbanda. Além de apresentar algumas características metafísicas sob a ótica ocultista/esotérica, também tenho a oportunidade de transmitir alguns textos ditados por entidades espirituais que me acompanham, os guias astrais que solicitaram que eu escrevesse este livro. Esta é uma pequena homenagem a todos os verdadeiros guias e médiuns de Umbanda, que de forma incansável vêm prestando um trabalho de valor inestimável para a humanidade. Saravá Umbanda.

Para uma degustação do livro, clique aqui.

Por: Camos

MEDITAÇÃO, AUTOCONHECIMENTO E DICAS PARA O DIÁLOGO (Ademir Barbosa Júnior)



Este livro reúne meditações budistas, iogues, visualizações elaboradas por mim ou de domínio público, disseminadas em cursos e vivências, bem como pranayamas. Como sou reikiano, em minhas práticas, costumo utilizar-me de símbolos Reiki.

A meditação é um caminho único, pessoal. O livro apresenta algumas pistas. Observe-as com atenção, mas não perca a paisagem, a viagem em si. No fundo, meditar é voltar para casa.

Este livro traz também algumas reflexões/meditações para auxiliar o diálogo consigo mesmo e com todos (família, amigos, trabalho etc.). Apresenta algumas dicas pontuais para que, de fato, a comunicação seja um instrumento de interação, e não uma forma de extravasar arrogância e autoritarismo.

Possamos todos dialogar mais e melhor, amorosamente, cientes de que diferenças não precisam ser divergências e discordar não significa necessariamente distanciar corações e mentes.

O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você.

Por: Ademir Barbosa Júnior

sexta-feira, 22 de julho de 2016

UMBANDA - O CAMINHO DAS PEDRAS (Ademir Barbosa Júnior)



Uma noite, em desdobramento, meu Mentor (1) me disse: “Miguel, você tem assumido muitas responsabilidades, não apenas na casa que você dirige, mas no movimento umbandista como um todo. Chegou o momento de novos aprendizados, de acompanhar de perto algumas situações difíceis pelas quais passaram e passam alguns umbandistas que se desequilibram e se afastam da orientação espiritual e de suas missões, bem como aprender com lições de superação.”

Assim, durante várias noites, em desdobramento, acompanhei em espírito uma série de situações in loco, compareci a conferências de estudos de casos e acompanhei episódios exibidos telões em auditórios do Astral. O resumo desse farto material compõe as narrativas que se seguem, nas quais, evidentemente, preservei as identidades dos encarnados e desencarnados envolvidos, bem como os dos Guias e Guardiões, assim como os dos templos umbandistas. Para facilitar a compreensão e privilegiar a essência dos casos estudados, cada narrativa é a síntese de visitas, conferências e exibições de casos, sem que se aponte a cada instante qual o método utilizado.

As narrativas possuem caráter atemporal e representam algumas das sombras da alma humana, em constante evolução, com ascensões e quedas diárias. Tratam de situações que ocorrem em qualquer ambiente, recordando o conselho crístico de orar e vigiar.

Conforme meu Mentor explicou carinhosamente, nessas incursões de estudo, assim como em nosso cotidiano, não se deve julgar os irmãos, mas observá-los compassivamente, aprender com suas vivências e vibrar pelo sucesso das ações socorristas e de regeneração, com as quais, aliás, nós, encarnados, podemos colaborar.

Cada narrativa figura como uma pedra no árduo caminho de aprendizado pela dor. Na verdade, o caminho das pedras é o da Lei Divina, sendo cada pedra supervisionada por Pai Xangô. Cabe ao indivíduo aprender ou não com as lições que as pedras lhe oferecem.

Oxalá abençoe a todos!

Saravá!

Axé!

Seu irmão,

Miguel

(Pai Miguel – sacerdote umbandista)

Por: Ademir Barbosa Júnior

quinta-feira, 21 de julho de 2016

BÚZIOS - A LINGUAGEM DOS ORIXÁS (Ademir Barbosa Júnior)



Este livro não ensina a jogar búzios. Faz uma apresentação do que sejam os búzios, os Odus, Os Orixás mais diretamente ligados a esse sistema oracular e outras tantas informações. Serve como referência para que o leitor conheça um pouco mais a respeito do tema e tenha critérios para selecionar as pessoas de sua confiança para jogar e interpretar. Também proporciona ao leitor a oportunidade de meditar e aprofundar-se no autoconhecimento a partir do conhecimento básico dos principais caminhos (Odus).

Infelizmente proliferam nos postes das cidades, na internet, em revistas e outras mídias informações equivocadas a respeito das religiões de matriz africana e, consequentemente, sobre o jogo de búzios, com promessas absurdas que ferem o livre-arbítrio, a inteligência, a ação da Espiritualidade e a paciência do bom Deus (Fonte Primeira).

Conforme sustenta Albert Cousté, “o oráculo é mutável, assim como os homens que o interrogam.” Aceitação rima com humildade, não com humilhação. Alguém, por exemplo, por meio dos búzios, pode compreender que os caminhos estão fechados para a área profissional. Então deixará de procurar emprego ou buscará equilibrar as energias, observará aspectos cármicos e/ou familiares etc., de modo a ter sucesso nessa área? 

O próprio conceito de carma, de modo geral, é compreendido equivocadamente como destino, e não como lições e aprendizados, positivos ou negativos. Conta-se que um homem bastante generoso e equilibrado perdeu o dedo mínimo direito numa serra. Indignado, procurou a Espiritualidade, que lhe informou: “Meu irmão, em seu planejamento reencarnatório constava que o irmão deveria perder um braço, em acidente semelhante. Contudo, por sua postura, esse planejamento alterou-se para apenas um dedo.” O homem compreendeu a lição e sentiu-se agradecido. Pela mesma linha de raciocínio se alguém, por exemplo, nasce sem a mão direita, poderá fazer tudo com a esquerda, implementar uma prótese ou submeter-se a um transplante de mão, prática que, cada vez mais, se popularizará. Ou poderá sofrer e reclamar a vida toda.

Recordo amorosamente a figura de um irmão, bispo anglicano com muitos anos de Santo, como dizemos comumente, e mão de jogo, que sempre quis me iniciar no jogo de búzios, respeitando a hierarquia, inclusive terrena, sobre minha cabeça. Não conseguimos concretizar esse projeto. Numa de nossas conversas, ele compartilhou comigo o Orin Opé:

Mo Sun Layó
Mo Ji Layó
Mo Fogo Folorun
Mo Ji Layó
Babá MoDupé Ó

Eu durmo com alegria
Eu acordo com alegria
Eu glorifico (o dia) para Olorum
Eu acordo feliz
Pai, eu te agradeço

Até onde sei esse irmão sempre viveu as duas religiões, os dois cultos, não de maneira esquizofrênica, mas dialógica, complementar. Se alguém achar estranho, peço que abra amorosamente o coração para ao menos compreender a realidade do outro. Se alguém realmente não gostar, vá se queixar ao bispo!

Por: Ademir Barbosa Júnior

quarta-feira, 20 de julho de 2016

CONHECENDO A UMBANDA DENTRO DO TERREIRO (Douglas Rainho)




"Conhecendo a Umbanda: Dentro do Terreiro surgiu da minha necessidade de ter uma obra segura para indicar para leigos e iniciantes.

Por meio do blog Perdido em Pensamentos, recebia diversas mensagens requisitando indicações de livros para esse público. Porém, não me sentia seguro de indicar os muitos livros que existem, por geralmente eles defenderem apenas a sua visão e a sua vertente ou até mesmo por não explicarem de forma clara e objetiva o que era a Umbanda para os leigos.

Então para preencher essa lacuna lançamos o livro que foi muito bem recebido pelos leitores do blog.

Em Conhecendo a Umbanda: Dentro do Terreiro, o leitor poderá se deparar com a minha experiência e estudo em um terreiro de Umbanda tradicional com mais de 58 anos de existência. Passamos por temas como as polêmicas 7 Linhas de Umbanda, as Linhas de Trabalho, Orixás pouco cultuados, Mediunidade e também sobre a ritualística do terreiro que trabalho.

O livro possui 158 páginas e pode ser adquirido no site: www.clubedeautores.com.br

Por: Douglas Rainho

CANDOMBLÉ - UMA RELIGIÃO ECOLÓGICA (Ademir Barbosa Júnior)



Este livro (160 pp.), quinta publicação do autor sobre o tema, apresenta um quadro sobre o Candomblé, respeitando sua pluralidade e diversidade. Não se trata de um manual ou de um livro sobre Teologia. Também não pretende chancelar os fundamentos desta ou daquela Nação, casa ou conjunto de casas.

No Candomblé não se faz nada que fira o livre-arbítrio, assim como na Espiritualidade nada acontece que fira as Leis Divinas, cujos pressupostos conhecemos apenas palidamente.

Religião nascida no Brasil, ao contrário do que reza o senso comum, o Candomblé é totalmente ecológico. Nele, o homem integra a natureza, não a domina ou explora deliberadamente. A circulação de Energia (Axé) é contínua e ininterrupta.

Por: Ademir Barbosa Júnior

terça-feira, 19 de julho de 2016

MENSAGENS DOS GUIAS DE UMBANDA (Ademir Barbosa Júnior)




A Espiritualidade tem outro tempo e fala sempre que necessário. Por meio de recados, intuições, ditados, psicografia: os métodos são múltiplos. Lembro-me de uma entrevista para um programa de TV em que me perguntaram por que as religiões de matriz africana são perseguidas. Exu Veludo me soprou como resposta: “Por que são religiões de pretos, pobres e putas”. Achei mais diplomático responder que é porque acolhem segmentos sociais historicamente excluídos e marginalizados etc. Seu Veludo é educadíssimo, não fala palavrão, nunca foi vulgar, mas o vocabulário informal poderia assustar o apresentador ou o público.

Depois da experiência com o Sr. Zé Pelintra (Palavras de Doutor – psicografias de Zé Pelintra. São Paulo: Anúbis, 2016), foi-me solicitado um livro pelo Boiadeiro Sr. João do Laço. Algum tempo depois, pelo Sr. Exu Veludo. O mais prático (e de acordo com a possibilidade de tempo) foi fazer um livro único com mensagens de vários Guias. O resultado está aqui.

Algumas poucas mensagens eu tinha. A maioria foi ditada especialmente para o livro, inclusive por uma Guardiã que não trabalha diretamente comigo, mas com uma médium de minhas relações. Interessante que, no caso de algumas comunicações, os Guias usam as saudações que comumente utilizamos para eles no cotidiano dos terreiros, o que reforça a diferença entre a psicofonia e/ou a incorporação e a psicografia e/ou mensagens ditadas ou mesmo intuídas. Outras mensagens são reminiscências de falas em giras.

Minha gratidão a todos os Orixás, Guias e Guardiões que têm a humildade de trabalhar com este médium, eterno aprendiz.

Na Umbanda aprendi a usar branco nos trabalhos da Direita; vermelho e preto nos trabalhos da Esquerda e a não usar ninguém.

Saravá Umbanda!

Abraço, gratidão e Axé!

Por: Ademir Barbosa Júnior

NAS AMARRAS DA ARROGÂNCIA - A QUEDA DE UM CAVALEIRO AMARGURADO (André Cozta)






Ramón Carreras é um homem amargurado, revoltado, completamente equivocado no que se refere à sua relação com o Criador e a Criação.

Negativado por sua própria ignorância, cai às trevas ainda na carne e promove, em sua própria vida, uma tragédia que o leva ao fundo do poço, único lugar, aliás, para onde podem nos levar o ego e a vaidade.

Pai Cipriano do Cruzeiro das Almas, de forma magistral, conduz a jornada final deste espírito negativado, nos mostrando que o amor a um tutelado, um “filho”, não se demonstra “passando a mão na cabeça”, mas sim desentortando-o e recolocando-o de volta na linha reta da Lei, que nos conduz aos braços do Criador.

Aqueles que tiveram a oportunidade de ler “O Preto Velho Mago - Conduzindo Uma Jornada Evolutiva” e “À Sombra da Vaidade - Amor, Magia e Conflitos”, terão aqui o epílogo da Trilogia “O Preto Velho Mago”, onde, este espírito afunda tanto nas trevas conscienciais da sua própria ignorância, que, inevitavelmente, passa a promover em sua alma, dores inimagináveis por muitos de nós. 

“Nas Amarras da Arrogância - A Queda de um Cavaleiro Amargurado” é um alerta, um sinal luminoso que nos conduzirá ao íntimo para que, de lá, retornemos conscientes.

Por: André Cozta

segunda-feira, 18 de julho de 2016

POR QUE RIEM OS ERÊS E GARGALHAM OS EXUS? (Ademir Barbosa Júnior)



Há diversos livros sobre Espiritualidade e bom humor em diversos segmentos religiosos ou espiritualistas. Este livro é uma pequena contribuição para o riso consciente, saboroso, e não para o bullying ou para se apontar o dedo. O objetivo é rir com, e não rir de. 

Em várias narrativas aparece o personagem Bocão, primo-irmão de Maria Eudóxia, personagem de meus livros “A Bandeira de Oxalá” (São Paulo: Nova Senda, 2013) e “O caminho da pedras – romance umbandista” (São Paulo: Anúbis, 2015). Sempre alerto nos bate-papo com leitores, que não se deve procurar quem é a Eudóxia (agora, o Bocão) em seu templo religioso, mas se observar para não ser a Maria Eudóxia (ou o Bocão) para os outros.

O humor é um ótimo caminho espiritual para quem, como eu, quando teve uma breve passagem pelo Candomblé, recebeu o nome iniciático (orunkó, no Ketu; dijina, no Angola) de Obasiré (lê-se “Obaxirê”), isto é, “o rei da brincadeira” ou “o rei da festa”, em virtude das molecagens que eu fazia no ilê. 

Em tempo, além de motivados pela alegria, os Erês riem também para descarregar os médiuns, tranquilizar e suavizar os que falam com ele, harmonizar o ambiente etc. Já os Exus e Pombogiras gargalham também não apenas por alegria. Suas gostosas gargalhadas são também potentes mantras desagregadores de energias deletérias, emitidos com o intuito de equilibrar especialmente pessoas e ambientes.

Se rir é o melhor remédio, que este livro colabore para a cura das pequenas e grandes dores de cada leitor.

Axé! 

Trechos do livro:

DEFUMAÇÃO

O menino de 05 anos dizia à mãe, nos dias de inverno, antes de a família ir para a gira:
“Não precisa de banho, mãe, tem defumação...”
(p. 53)

SABEDORIA

A ebômi dizia às iaôs:
“Apontar o dedo? Só se for para mostrar o caminho...”
E, sem perceber, enfiava o dedo no nariz.
(p. 56)

AMARRAÇÃO (1)

O dirigente espiritual sempre explicava em palestras que as religiões de matriz africana não fazem amarração, pois isso fere o livre-arbítrio. Um dia, um homem o parou na rua e perguntou se era possível fazer um trabalho (2) para uma moça gostar dele. O filho adolescente do dirigente espiritual, antes que o pai falasse, impaciente, respondeu:
“Moço, não tem jeito não. O senhor é muito feio... Não há Santo que consiga...”
(p. 59)

NOTAS
(1) Prática não condizente com as religiões de matriz africana, que forçaria alguém a permanecer emocionalmente atado a outrem mesmo que sem vontade própria, ferindo-se, assim, o livre-arbítrio.
(2) No caso, oferenda ritual com fins negativos, portanto, não condizente com as religiões de matriz africana.

Por: Ademir Barbosa Júnior

À SOMBRA DA VAIDADE - AMOR, MAGIA E CONFLITOS (André Cozta)




Dando sequência à Trilogia “O Preto Velho Mago”, esta obra nos mostra como um espírito pode afundar no poço das vaidades, descendo pelo “cordão do ego” sem, ao menos, aperceber-se de que está trilhando a via contrária.

Em “À Sombra da Vaidade- Amor, Magia e Conflitos”, o leitor poderá viajar até a Inglaterra do Século XVIII, onde, conduzido pelo personagens desta trama, mergulhará num enredo onde a magia é usada erroneamente para satisfazer os desejos mesquinhos de pessoas completamente equivocadas, especialmente, no sentido do amor.

Algo comum com o que vemos em nossa sociedade nos dias de hoje?

Quem leu “O Preto Velho Mago- Conduzindo Uma Jornada Evolutiva”, encontrará nesta obra, parte da construção dos tormentos de um espírito caído.

Mergulhe nesta história e traga para a sua vida as reflexões que ela provoca.

Por: André Cozta

domingo, 17 de julho de 2016

ENSINAMENTOS BÁSICOS DE UMBANDA (Daisy Mutti & Lizete Chaves)



Daisy Mutti e Lizete Chaves, adeptas da religião de Umbanda e médiuns consagradas ao sacerdócio, registram aqui conhecimentos adquiridos pela pesquisa, leitura e experiências práticas no espaço sagrado do templo umbandista. Uma obra simples e direta que, através de perguntas e respostas, vem esclarecer e desmistificar as principais inquietações e dúvidas do universo da Umbanda: fundamentos, gestos e rituais ainda velados e fantasiosos na imaginação popular, questões de médiuns iniciantes, e medianeiros, pessoas que procuram um terreiro de Umbanda e querem entender melhor as particularidades dessa religião tão conhecida e ao mesmo tempo cercada de interrogações.

Por: Daisy Mutti & Lizete Chaves

O PRETO VELHO MAGO - CONDUZINDO UMA JORNADA EVOLUTIVA (André Cozta)





“O Preto Velho Mago- Conduzindo Uma Jornada Evolutiva”, é um romance de Umbanda, mas, também, de Magia Divina.

Uma história real, que mostra o sofrimento de um espírito negativado, a partir da queda às trevas da ignorância humana, provocada pela sua negativação consciencial, ocorrida em algumas encarnações anteriores àquele período, através da vaidade, da ganância, da arrogância, do ódio e, por conseqüência, do uso de recursos magísticos para a realização de seus desejos mesquinhos.

Através deste relato, o Senhor Mestre Mago da Luz, Preto Velho Pai Cipriano do Cruzeiro das Almas, pretende mostrar aos umbandistas, mas também à todos àqueles que creem em Deus e na Lei do Retorno, que, nós, os espíritos humanos encarnados, podemos simplificar nossas caminhadas, fazendo do planeta em que vivemos um lugar mais “habitável”, olhando para as suas nuances e sua beleza, que estão à nossa frente, mas, nem sempre conseguimos enxergar.

Por: André Cozta

VIDA QUE SEGUE (Flávio Penteado)




E se o destino colocasse diante de você adversidades para que pudesse evoluir e compreender melhor a vida por uma ótica distinta daquela que você está acostumado?

Francisco e Jussara terão esta oportunidade.

Um misto de paixão, fé, espiritualidade, misticismo, sofrimento e resgate, temperam este romance que vai lhe fazer repensar seus valores.

Francisco e Jussara terão um desafio pela frente e contarão com toda a ajuda para superá-lo. Uma superação para o fortalecimento da alma.

VIDA QUE SEGUE mostra que apesar de todas as adversidades que podemos nos deparar, não podemos desistir de nossas vidas. 

Por: Flávio Penteado

A BANDEIRA DE OXALÁ - PELOS CAMINHOS DA UMBANDA (Ademir Barbosa Júnior)



Com textos variados e em linguagem simples, o Ademir Barbosa Júnior nos presenteia com “A Bandeira de Oxalá – Pelos Caminhos da Umbanda”, contando por meio de contos muito bem selecionados um pouco do cotidiano da Umbanda, suas dores e alegrias, contextualizando-a no diversificado ambiente religioso, espiritual e cultural do Brasil.

A moça que vai ao terreiro em busca de “amarração” e descobre a beleza e a responsabilidade da mediunidade; a mãe pequena que vê na criança não apenas o futuro, mas o presente da religião; a beleza e o amor maternal de Oxum; a verdadeira e digna malandragem de Zé Pilintra; o retrato desmistificado dos trabalhadores Exus são alguns dos temas abordados.

Por: Ademir Barbosa Júnior

sábado, 16 de julho de 2016

A BATALHA DOS PORTAIS (Flávio Penteado)



O mundo físico mais uma vez estava sob ameaça. Um grupo de cavaleiros, os Cavaleiros Negros, tentavam a qualquer custo destruir a imagem de Deus junto aos seres encarnados. Um grupo que surgiu na época das cruzadas, agora estava de volta tentando cumprir seu objetivo a qualquer custo.

A comunhão entre este grupo e as trevas, auxiliou a abertura de portais, que emanariam energia suficiente para abertura de um portal ainda maior e mais poderoso, por onde seres trevosos invadiriam o mundo físico para tomar de Deus sua mais bela criação, os seres humanos.

O astral superior se preparou para a batalha, mas precisava de um aliado encarnado para cumprir a missão de fechar estes portais e manter o equilíbrio entre os dois mundos.

A vida no planeta Terra estava ameaçada e o tempo era curto. Nada poderia sair errado, pois não havia tempo o suficiente para erros.

Uma nova batalha entre o bem e o mal estava prestes a estourar, se os portais não fossem fechados, um grande desastre ceifaria vidas inocentes.

A humanidade, inconscientemente, fortalecia estes portais, com pensamentos e atitudes que fortaleciam as trevas. O egoísmo, o egocentrismo, a busca pelo poder e os desejos profanos, eram uma grande fonte de energia para as trevas.

A sorte estava lançada, os seres trevosos estavam se articulando, a hora da batalha estava preste a acontecer. A Batalha dos Portais vai começar.

Por: Flávio Penteado

FALA ZÉ PILINTRA! PALAVRAS DE DOUTOR (Ademir Barbosa Júnior)



Numa gira de Baianos, o Sr. Severino, à sua moda, me avisou que subiria para vir Seu Zé. Fiquei feliz, pois sempre soube que havia um Seu Zé na banda e, antes de ele, digamos assim, chegar mais perto, houve indícios muito bonitos dessa parceria. Ele veio, deu recados e fez alguns pedidos para seu cavalo.

No dia seguinte, começou a ditar mensagens. Para mim foi um processo novo, diferente da intuição. Já havia escrito dois textos sobre Seu Zé, um deles literalmente o ouvindo (o outro não lembro bem), mas agora, por meio da psicografia, seria necessário me adaptar de outra maneira a horários, rotina doméstica, influências externas e uma ou outra adequação direta do texto (pequenos ajustes sintáticos, títulos e outros). Seu Zé, sempre gentil, atencioso e bem humorado, me pôs a trabalhar direitinho.

O resultado, leitor, está em suas mãos.

Por: Ademir Barbosa Júnior

CONTOS D’ARUANDA (André Cozta)



Este livro traz aos umbandistas, através de uma linguagem simples e direta, mensagens do Senhor Mestre Mago da Luz Preto Velho Pai Thomé do Congo, acerca da vida. Fundamentalmente, no que tange às práticas e atitudes dos adeptos da Religião de Umbanda Sagrada, neste momento de mudanças pelo qual passa o planeta.

É uma obra que pretende chegar às mãos do maior número possível de umbandistas. E deve ser lida, segundo Pai Thomé do Congo, com o coração.

Isto, porque nela, o leitor encontrará a essência da religião que pratica, praticou ou está começando a praticar. E verá, a partir de então, que ela é simples, mas é fundamentada na Ciência Divina. E perceberá isto, se conseguir interpretar o que está contido nas entrelinhas dos contos que formam esta obra.
Leia, pare, reflita bastante acerca das mensagens aqui registradas (tanto nas que são trazidas pelos contos, como nas que são “ditas” por este Mestre da Luz, o Preto Velho Pai Thomé do Congo).

Por: André Cozta

sexta-feira, 15 de julho de 2016

UMBANDA UMA RELIGIÃO SEM FRONTEIRAS (Flávio Penteado)




O intuito deste livro é mostrar a Umbanda sob nova visão, utilizando uma linguagem simples e de fácil entendimento, para que mesmo aqueles que nunca pisaram em um terreiro de Umbanda possam conhecer mais acerca dessa religião, assim também os novos umbandistas e até mesmo os mais antigos, pois conhecimento nunca é demais.

A obra que trata de temas variados: ervas, banhos, defumações, uso de fumo e de bebidas, pontos de força de um terreiro, pontos riscados, pontos cantados, explicações acerca das sete linhas – orixás e guias espirituais – tem por objetivo levar, por meio de perguntas e respostas, esclarecimentos importantes e oportunos para o leitor que deseja conhecer ou mesmo se aprofundar no assunto.

A Umbanda é uma religião cristã, e ao contrário do que alguns intolerantes dizem, não se trata de uma seita nem de um culto voltado para o mal.

Convido você a entrar neste universo e a compreender um pouco mais essa religião que é 100% brasileira, que busca fazer o bem sem olhar a quem.

Por: Flávio Penteado

O LIVRO ESSENCIAL DE UMBANDA (Ademir Barbosa Júnior)



“O Livro Essencial de Umbanda” (São Paulo: Universo dos Livros, 2014, 328 pp.) tem como objetivo apresentar um mosaico sobre a Umbanda, respeitando sua pluralidade e diversidade. Não se trata de um manual ou de um livro sobre Teologia. Também não pretende chancelar os fundamentos desta ou daquela casa ou conjunto de casas. Na Umbanda, há variações de ordem teológica, no tocante à liturgia, a fundamentos específicos, modos de organização, vestuários, cores etc. Conforme ensina o Caboclo Pena Branca, “ser espiritualizado é aprender a conviver com as diferenças e a ingratidão”. Particularmente creio que diferenças não precisam ser divergências. 

Conhecida nos meios esotéricos como a Senhora da Luz Velada, a Umbanda se revela à compreensão humana, pouco a pouco, de modo a acolher e agregar todos aqueles que desejem abrigar-se e/ou trabalhar sob sua bandeira sincrética e, portanto, ecumênica.

Na Umbanda não se faz nada que fira o livre-arbítrio, assim como na Espiritualidade nada acontece que fira as Leis Divinas, cujos pressupostos conhecemos apenas palidamente. Conforme um lindo ponto cantado, “na minha aldeia/lá na Jurema/ninguém faz nada sem ordem suprema”. 

A Umbanda é uma religião inclusiva, acolhendo a todos, no plano astral e no plano físico, indistintamente. Todos os que desejem engrossar suas fileiras de serviço ao próximo concomitante ao auto aperfeiçoamento são bem-vindos. Não há distinção de cor, classe social, orientação sexual e/ou de gênero etc.

As portas estão sempre abertas a todos que desejem frequentar as giras, os tratamentos espirituais, as festas, contudo a Umbanda não faz proselitismo e a decisão de se tornar umbandista e filiar-se a determinada casa é pessoal e atende também à identificação ou não dos Orixás com a casa em questão.

Tanto para entrar como para sair as portas estão abertas. Se algum desequilíbrio ocorre com o médium, em especial se resolve deixar a casa, certamente não é “castigo” do Orixá, mas porque está com a coroa aberta. Imagine-se um rádio mal sintonizado, captando sons confusos, às vezes até mesmo incompreensíveis. Quando se trabalha responsavelmente com energias, o que se abre se fecha. Dessa forma, se alguém decide encerrar suas atividades como médium (de qualquer categoria), é necessário e mais prudente não desaparecer do terreiro, mas pedir que o dirigente espiritual “retire a mão”, como se diz comumente. 

Cuidar do Ori (da cabeça) de alguém é uma grande responsabilidade. A fim de não haver choques energéticos, o médium deve ser disciplinado, não “pular de casa em casa” e, também em caso de falecimento do/da dirigente espiritual, buscar auxílio seguro com quem possa assumir os cuidados de sua cabeça. 

Por vários métodos seguros que se completam um médium conhece seus Orixás, Guias e Guardiões. Em uma casa de Umbanda (há quem tenha mediunidade ostensiva, mas nunca chegue a um templo umbandista), por exemplo, pela orientação e supervisão seguras do Guia da casa; pelos pontos riscados pelas Entidades quando o médium incorpora; pela terceira visão (acompanhada pelo Guia da casa) e, sobretudo, pelo jogo de búzios feito pelo dirigente espiritual ou pelo próprio Guia da casa onde essa prática é comum.

Infelizmente, a diversidade de fundamentos (circula nas redes sociais uma campanha extremamente saudável com o slogan “Respeite a Umbanda que seu irmão cultua!”) por vezes é confundida com irresponsabilidade. Promessas de amarração e de se trazer o amor de volta (querendo ele ou não), mistificações diversas, animismo de médiuns indisciplinados e outras situações gravíssimas acirram o desconhecimento e o preconceito contra a Umbanda e as religiões de matriz africana como um todo.

Pelo fato de ter nascido em solo brasileiro e ser caracteristicamente sincrética, a Umbanda é chamada de religião genuinamente brasileira. Obviamente não é a única religião a nascer no Brasil. O próprio Candomblé, tal qual o conhecemos, nasceu no Brasil, e não em África, uma vez que naquele continente o culto aos Orixás era segmentado por regiões (cada região e, portanto, famílias/clãs cultuavam determinado Orixá ou apenas alguns). No Brasil os Orixás tiveram seus cultos reunidos em terreiros, com variações, evidentemente, assim como com interpenetrações teológicas e litúrgicas das diversas nações. Há outras religiões que nasceram em solo brasileiro, como por exemplo, mais recentemente, o Vale do Amanhecer, que também cultua a seu modo Orixás, Pretos Velhos e Caboclos.

Orixá é Amor Verdadeiro, e Amor Verdadeiro nunca faz mal.

Orixás, Guias e Guardiões caminham conosco na expectativa de que nós também caminhemos com eles.

Por: Ademir Barbosa Júnior

CAMINHOS DA EVOLUÇÃO - SUPERANDO PRECONCEITOS (André Cozta)





“Caminhos da Evolução - Superando Preconceitos”, em sua primeira parte, traz um ensaio enviado ao plano material pelos Senhores Mestres da Luz Gehusyoh e Rhady, onde abordam o Sentido da Evolução, o sexto da vida, como fundamental para o fluir de todos os outros (Fé, Amor, Conhecimento, Justiça, Lei e Geração). E também, o quanto são fundamentais os outros seis Sentidos da Vida, para que a transmutação ocorra promovendo a Evolução contínua em tudo e todos.

Em sua segunda parte, Pai Thomé do Congo nos brinda com nove relatos de espíritos que se negativaram em suas últimas passagens pelo plano material da vida humana, a partir de variadas formas de preconceito. E é nestes relatos que estes irmãos desencarnados nos trazem alertas para que não mais plantemos esta erva daninha, que está, a passos largos contribuindo para a queda de muitos de nós, e do nosso mundo material como um todo.

Evolução ou Preconceito?... Preconceito ou Evolução?. Por qual destes caminhos optaremos?

Por: André Cozta

quinta-feira, 14 de julho de 2016

TARÔ DOS ORIXÁS (Ademir Barbosa Júnior)



O Tarô dos Orixás (153 pp.) é um oráculo baseado na riquíssima espiritualidade de Orixás, Guias, Guardiões e da Ancestralidade Individualizada (Babá Egun). Idealizado por Ademir Barbosa Júnior (Dermes), apresenta a sabedoria, os ensinamentos e as lições para cada setor da vida (saúde, amor, finanças etc.) em leituras breves ou mais aprofundadas.

Sempre respeitando o livre-arbítrio, o Tarô dos Orixás é um instrumento seguro de autoconhecimento ou de atendimento e orientação a indivíduos e/ou grupos em busca de experiências centradas e equilibradas, nas quais as luzes e sombras de cada um e do conjunto sejam reconhecidas, respeitadas e integradas.

Com 22 cartas ricamente ilustradas por Miro Souza, o Tarô dos Orixás, mais que um oráculo, é uma fonte de movimentação de Axé para todos os que dele se utilizam.

Por: Ademir Barbosa Júnior

A SETE PALMOS - UMA VIAGEM À PRISÃO DAS CONSCIÊNCIAS (André Cozta)




 “A  Sete  Palmos -  Uma  Viagem  À  Prisão  das  Consciências”  traz  aos umbandistas  e  leitores  em  geral,  a  abertura  de  um  Mistério  sob  a irradiação do Divino Orixá Omolu, que é  o Mistério de Prisão e  Reforma das Consciências.

Abordado  em  outras  literaturas  espiritualistas,  ainda  faltava  ao  plano material,  uma  real  explicação  de  como  funciona  este  Mistério  Divino  e quais são suas funções e objetivos.

A partir desta obra, o leitor compreenderá  que, todo  aquele espírito que, após o desencarne, passa um período preso ao caixão, está, em verdade, sendo levado por este Mistério Divino do Polo Cósmico da Geração  à uma reflexão profunda que, se bem aproveitada, pode levá-lo a uma reforma íntima  purificadora  do  seu  mental  e  redirecionadora  da  sua  jornada evolutiva.

Sem  preconceitos  e  tabus,   compreendemos  que  a  atuação  desta Divindade,  o  Pai  Omolu,  é  de  puro  amor  sempre,  paralisando  os negativismos de quem exacerba fugindo da linha da Lei e desequilibrando a Criação.

O  Senhor  Guardião  Exu  Caveira  nos  traz  sete  relatos  primorosos, fundamentais para compreensão e reflexão acerca de nós mesmos.

Onde estamos agora? Para onde iremos?

Por: André Cozta

A GRANDEZA DO AMOR (Sebastião Cabral)




O objetivo deste livro é mostrar a grandeza e importância da mulher na vida de um homem e na estrutura familiar. Ao dar início a este livro, eu tomei o cuidado de frisar que não estou defendendo nem criticando grupo religioso algum. Eu respeito todo culto religioso, todo credo, sou cristão por convicção, mas isso não significa que quem não o é não mereça todo meu respeito, porque a religião não define o caráter da pessoa. Neste livro, eu apenas pesquisei a vida desta pessoa que descrevo. Também fiz contato com pessoas de sua família, que me passaram muitas informações a seu respeito, às quais eu agradeço, pois, sem a participação delas, eu jamais teria feito este trabalho. Este livro foi feito exclusivamente para contar a história de seu Xavier, um cidadão decente que, levado pelo desespero, pelo apego as coisas materiais, envolveu-se com uma determinada religião a fim de se livrar de seus deveres ou esconder seus desvios de conduta. Mas será que só existe Xavier em igreja evangélica? Ou será que eles estão espalhados por aí em centros espíritas? Terreiros de umbanda, barracões de candomblé e tantos outros segmentos religiosos? Dona Zélia e seu Xavier traçaram seus caminhos, baseados no amor. Esse sentimento sagrado que vence todas as barreiras e tem como pátria o seio da mulher, sem ela a vida não seria possível em nosso planeta, por isso expresso aqui meus agradecimentos às mulheres, que nos dão a vida.

Também procuro mostrar que não devemos fugir de nossos deveres, nem devemos usar a religião como rota de fuga, nem devemos querer tirar proveito dela porque as religiões foram criadas para juntar as pessoas, e não para favorecer um ou outro esperto. Xavier vai nos contar sua história.

Por: Sebastião Cabral

quarta-feira, 13 de julho de 2016

VIDA E MORTE - A HISTÓRIA DO EXU JOÃO CAVEIRA (Ed Sant'Anna)




Encantei-me com a simplicidade de João em falar de seus medos abertamente, sem temer ter o respeito por si perdido. Emocionei-me com sua generosidade em nos poupar dos detalhes aterrorizantes que nossos infernos pessoais desenham em nossas mentes. E lhe agradeço por isso. Convido cada leitor a esvaziar um “cadinho” dos seus conhecimentos e habilidades e permitir ser João por algumas páginas. Mesmo que tenha pudores que não o coloquem na mesma situação, lembrem-se das palavras do Mestre: quem nunca pecou que atire a primeira pedra. 

Por: Adriano Camargo – O Erveiro

DICIONÁRIO DE UMBANDA (Ademir Barbosa Júnior)



Este dicionário (241 pp.) não pretende abarcar toda a riqueza da diversidade do vocabulário umbandista em território nacional e no exterior, muito menos de suas variações litúrgicas, de vestimentas, de calendário, de fundamentos etc., as quais muitas vezes variam de casa para casa, de segmento para segmento. 

Como critério de seleção, optou-se pelos vocábulos de maior ocorrência, contudo sem desprezar regionalismos, variantes e outros. Vocábulos específicos dos Cultos de Nação aparecem na lista, ou porque fazem parte do cotidiano de algumas casas de Umbanda, ou porque se referem a práticas comuns nas casas ditas cruzadas.

Sempre que se julgou necessário para a melhor compreensão, apontou-se para a etimologia, em especial de termos relacionados aos Cultos de Nação ou de vocábulos que migraram das casas de Candomblé diretamente para a língua portuguesa e/ou para o ritual de Umbanda.

Por: Ademir Barbosa Júnior

O ANFITRIÃO DO CAMPO SANTO (André Cozta)




Mostrar aos umbandistas e à todos que se interessarem, que nossos Exus Guardiões  e  entidades  da  esquerda  em  geral,  são  trabalhadores  da  Luz, que promovem benfeitorias aos consulentes, reequilibram e ordenam os trabalhos  espirituais  e  os  templos umbandistas,  é  o  foco  central  desta obra.
“O Anfitrião do Campo Santo” vem para mostrar que o trabalho realizado por nossos amigos e amigas é primoroso e fundamental. Traz,  em  quatro  relatos,  ensinamentos  que  nos  levarão  à  uma  profunda reflexão  e,  em  alguns  casos,  a  mudanças  de  conceitos  e  paralisação  de preconceitos.
Atentem  para  os  mínimos  detalhes  desta  obra,  como,  por  exemplo,  a visão de uma gira de Umbanda a  partir do “lado de lá”,  trazida a nós  por este Mestre da Luz, o Senhor Exu Caveira.
Aproveitem esta obra e retirem dela o néctar dos seus ensinamentos.

Por: André Cozta

MARABÔ NO OUTRO LADO DA LUA (Sebastião Cabral)



Este livro conta a trajetória de um militar brasileiro que comandou com mão de ferro uma das chamadas colunas de guerra que invadiram o Paraguai. Ele não terá seu nome verdadeiro divulgado para preservar seus descendentes, nós o chamaremos simplesmente de Eustáqueo. Esta obra foi orientada pelo exu Marabô, guardião representante da Justiça na escuridão, Exu de Lei que tem atuação mais sistemática no negativo do orixá Oxóssi mas, dependendo da necessidade, atua no negativo de todos os demais orixás, principalmente do orixá Xangô, devido o fato deste ser o rei da Justiça, e Marabô seu representante nas dimensões escuras do planeta.

Por: Sérgio Cabral

terça-feira, 12 de julho de 2016

RELATOS UMBANDISTAS (André Cozta)




“Relatos Umbandistas”, uma obra que foi trazida ao plano material, pelo Senhor Mestre Mago da Luz Preto Velho Pai Thomé do Congo, através de seu médium psicógrafo, André Cozta, durante o mês de abril de 2011.

Através de 7 relatos de espíritos desencarnados que praticaram a Religião de Umbanda Sagrada durante suas últimas passagens pelo plano material da vida humana, você encontrará neste livro, avaliações de suas atitudes, especialmente, dos equívocos cometidos durante suas vidas na carne e, fundamentalmente, na prática religiosa.

Mas encontrará também, experiências valiosas e valorosas, afinal, através delas, crescemos e passamos a trilhar os “Caminhos da Evolução”, de modo mais firme.

Leia as 7 mensagens, absorva os “recados” por elas transmitidos, pare, reflita e repense suas atitudes enquanto médium ou praticante da nossa amada Umbanda.

Por: André Cozta

NOVOS PONTOS CANTADOS DE UMBANDA (Karol Souza Barbosa)



POR QUE UM LIVRO SOBRE PONTOS CANTADOS?

Na Umbanda, os pontos cantados são alguns dos responsáveis pela manutenção da vibração das giras e de outros trabalhos. Verdadeiros mantras, mobilizam forças da natureza, atraem determinadas vibrações, Orixás, Guias e Guardiões.
Com diversas finalidades, o ponto cantado impregna o ambiente de determinadas energias enquanto o libera de outras finalidades, representam imagens e traduzem sentimentos ligados a cada vibração, variando de Orixá para Orixá, Linha para Linha, circunstância para circunstância etc. Aliados ao toque e às palmas, o ponto cantado é um fundamento bastante importante na Umbanda e em seus rituais. 
Em linhas gerais, dividem-se em pontos de raiz (trazido pela Espiritualidade) e terrenos (elaborados por encarnados e apresentados à Espiritualidade, que os ratifica).
Há pontos cantados que migraram para a Música Popular Brasileira (MPB) e canções de MPB que são utilizadas como pontos cantados em muitos templos.
Mas por que um livro sobre pontos cantados, ainda mais desacompanhado de um CD?
Em “Novos pontos cantados – o fundamento cognitivo da religião” (São Paulo: Anúbis, 140 pp.), Karol Souza Barbosa (Mãe Karol de Iansã) traz uma série de pontos de raiz (recebidos diretamente da Espiritualidade) e terrenos (compostos pela autora), os quais possuem ritmo próprio, muitos deles já adotados pela T. U. Iansã Matamba e Caboclo Jiboia (TUIMCAJ), dirigida pela autora e por seu esposo, Pai Dermes de Xangô. Contudo, os mesmos podem ser adaptados para todo e qualquer templo umbandista, conforme a organização de cada Ogã e cada curimba.
Além disso, o livro traz, dentre outros, um breve estudo sobre os pontos, hinos, curimba, o toque (literalmente...) feminino, as web-rádios (com destaque para a Sensorial FM) e os festivais de curimba, com ênfase ao trabalho de Leo Batuke.
Ora, se fosse “apenas” um livro de pontos, certamente encantaria o (a) leitor (a), que dirá, então, uma reflexão diacrônica (linha do tempo) e sincrônica (momento autal), que interessa não apenas ao umbandista, mas também ao músico, ao pesquisador das religiões tradicionais de terreiro, aos comunicadores em geral.
Karol Souza Barbosa (Mãe Karol de Iansã) é umbandista e dirigente espiritual da Tenda de Umbanda Iansã Matamba e Caboclo Jiboia (TUIMCAJ), em Blumenau (SC), terapeuta holística através da harmonização de ambiente, aromaterapia, cromoterapia, musicoterapia e terapia com pedras e cristais. Ministra cursos de baralho cigano e comum, numerologia dos Orixás e o curso teórico de Umbanda. Desenvolve projetos sociais, como o Projeto São Miguel Arcanjo, que busca amparar a sociedade, colaborando para diminuir suas necessidades por meio de arrecadação de donativos e ações sociais. Pesquisadora e blogueira, mantém diversos sítios com milhares de acessos na internet, todos relativos à Umbanda. Como palestrante voluntária, dedica-se, presencialmente ou em fóruns virtuais, a falar sobre Umbanda, desmistificando estereótipos. É presidente do Fórum Catarinense de Umbanda (FOCU), que tem como vice-presidente seu esposo, Pai Dermes de Xangô. "Novos pontos cantados de Umbanda - o fundamento cognitivo da religião" é seu primeiro livro publicado.

Por: Ademir Barbosa Júnior.

TEOLOGIA DE UMBANDA E SUAS DIMENSÕES (Ademir Barbosa Júnior)



LIVRO DE TEOLOGIA DE UMBANDA ABORDA TEMAS POLÊMICOS
Aborto, eutanásia, embriões congelados, experiências com animais e suicídio são alguns dos temas de Bioética abordados pelo autor
“Teologia de Umbanda e suas dimensões” (Editora Anúbis, 239 páginas) é um dos 07 lançamentos 2016 de Ademir Barbosa Júnior (Dermes), autor com mais de 60 livros publicados, 03 deles em Portugal. 
Com linguagem simples e acessível, o livro aborda as múltiplas dimensões da teologia de Umbanda, como histórico, conjunto comum de crenças, diversidade, divindade, sagrado, liturgia, ecologia, dialética e diálogo interreligioso. Contudo, o destaque é para os temas de Bioética, pela primeira vez abordados num livro umbandista.
“A Umbanda é uma religião diversificada”, explica o autor. “Nosso livro sagrado é a natureza, não temos outro. Porém, os livros são importantes para o umbandista e a sociedade compreenderem, sem preconceitos, o que propõe a nossa religião. O próprio umbandista, muitas vezes, se furta à responsabilidade de pensar sobre temas polêmicos.”
Segundo Dermes, uma religião só pode propor o bem e respeitar o livre-arbítrio. “A Umbanda preza a vida. Se, por um lado, algumas práticas não condizem com a religião, por outro, não se deve condenar ninguém, mas acolher e respeitar.” Nesse contexto, o livro, por exemplo, assim se posiciona a respeito da eutanásia e do suicídio:
“A Umbanda, em virtude da Lei da Reencarnação como oportunidade de crescimento em todas as esferas, desaprova a eutanásia, propondo que cada enfermo seja confortado da melhor maneira possível física, emocional e espiritualmente. Entretanto jamais condenará/ recriminará o (a) irmão (ã) que deseja valer-se da eutanásia ou suicídio assistido. Em palavras simples, desaprova a prática, mas não condena quem a pratica ou exclui quem a aplica.
O mesmo raciocínio vale para o suicídio em âmbito geral. A Umbanda não o aprova pelas mesmas razões, de modo especial porque a vida é dom divino e cada encarnação, oportunidade de aprendizado e recomeço. Entretanto, jamais condenará o (a) suicida, negando-lhe, por exemplo, ritual fúnebre, enterro em campo santo etc. ou fechará as portas para quem o (a) assista. “(p. 181)
O livro, disponível nas livrarias a partir da primeira quinzena de junho, é dedicado a sua esposa, Mãe Karol de Iansã, a seus filhos e aos teólogos católicos, “os irmãos Leonardo Boff (espírito franciscano pulsando em toda parte) e Frei Betto (interlocutor sempre presente, fisicamente perto ou a distância), na certeza de que não existe Teologia bafejada pelo Espírito que não seja de e para a Libertação, em todos os níveis. Abraço, gratidão e Axé!”
Ademir Barbosa Júnior (Pai Dermes de Xangô) é umbandista, escritor, pesquisador e sacerdote, filho da Tenda de Umbanda Iansã Matamba e Caboclo Jiboia (TUIMCAJ), dirigida por sua esposa, a escritora e blogueira Mãe Karol Souza Barbosa. Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também se graduou em Letras, é professor, tradutor, revisor, terapeuta holístico, trabalhando principalmente com Reiki (do qual é Mestre), Tarô de Marselha, Baralho Cigano e Numerologia. Apresenta o programa “Deixa a gira girar! Umbanda em foco” na rádio Sensorial FM (www.sensorialfm.com.br). Já produziu diversos curtas-metragens com a temática dos Orixás e coordenou fóruns, eventos, festas públicas e outros, congregando Umbanda, Candomblé, Pastoral Afro (Igreja Católica), MPB, Ioga, Dança do Ventre e outros segmentos. É presidente da Associação Brasileira de Escritores Afro-religiosos (Abeafro). Nasceu em Piracicaba – SP, no dia 02 de agosto de 1972. Tem percorrido terreiros, instituições e participado de fóruns, inclusive virtuais, gratuitamente, com as palestras “A Umbanda e a Espiritualidade no Terceiro Milênio” e “Teologia de Umbanda e suas dimensões”, em companhia de Mãe Karol, que ministra, também gratuitamente, dentre outras, a palestra “Exus e Pombogiras – Agentes de Luz nas Trevas”. Pai Pequeno da TUIMCAJ, prepara-se para sua deitada de Pai Maior, ainda em 2016.

Por: Ademir Barbosa Júnior.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

POR QUE SOU UMBANDISTA ? (Ademir Barbosa Júnior)


BIOGRAFIA DE AUTOR UMBANDISTA É APOSTA DE EDITORA PARA 2016

Dentre os 10 novos livros do autor piracicabano Ademir Barbosa Júnior (Dermes) a serem lançados no primeiro semestre de 2016 (07 no Brasil e 03 em Portugal), está a autobiografia “Por que sou umbandista? Memórias de um dirigente espiritual teologicamente incorreto” (Editora Anúbis).
Em linhas gerais, o livro trata das razões de Dermes ter se encontrado na religião de Umbanda; sua infância no Terreiro do Caboclo Sete Flechas da Rua Almirante Barroso, em Piracicaba – SP; suas vivências em outras tradições espirituais e no Candomblé; apoios e boicotes à sua trajetória espiritual e a projetos culturais e os aprendizados decorrentes, bem como sua experiência na abertura e no cotidiano da T. U. Iansã Matamba e Caboclo Jiboia (Blumenau – SC), dirigida por sua esposa, Mãe Karol Souza Barbosa, e da qual é Pai Pequeno, preparando-se para Pai Maior. O livro traz, ainda, uma síntese a respeito do trabalho de Dermes como escritor e produtor de DVDs sobre os Orixás, bem como sua participação no projeto da Carta Magna de Umbanda (a original, ainda em construção coletiva) e a resistência fraterna ao documento alterado por um grupo de sacerdotes paulistanos em 2015.
Em parceria com sua esposa e como voluntários, Dermes apresenta programas de rádio e tevê sobre Umbanda. “Em janeiro Karol e eu nos casamos na Umbanda. Havíamos nos casado no civil, em 2015. Mas, certamente, na Umbanda, o significado é muito mais profundo para nós”, explica Dermes. A respeito dos novos livros, segundo o autor, os de Portugal tratam de preces e meditações de tradições diversas. Os que serão publicados no Brasil, abordam o Candomblé (quarta publicação do autor sobre o tema), búzios, meditações, dicas sobre comunicação e diálogo e mensagens de Guias Espirituais (dois livros: um de Zé Pelintra e outro de Guias diversos).
Autor com mais de 60 livros e 37 revistas especializadas publicados, Dermes presidiu, em 2013, o Fórum Europeu de Umbanda, em Portugal. Mestre em Literatura Brasileira pela USP, onde também se graduou em Letras, é professor, tradutor, revisor, terapeuta holístico, trabalhando principalmente com Reiki (do qual é Mestre), Tarô de Marselha, Baralho Cigano e Numerologia. Coordenou fóruns, eventos, festas públicas e outros, congregando Umbanda, Candomblé, Pastoral Afro (Igreja Católica), MPB, Ioga, Dança do Ventre e outros segmentos. É presidente da Associação Brasileira de Escritores Afro-religiosos (Abeafro). Nasceu em Piracicaba – SP, no dia 02 de agosto de 1972. Tem percorrido terreiros, instituições e participado de fóruns, inclusive virtuais, gratuitamente, com as palestras “A Umbanda e a Espiritualidade no Terceiro Milênio” e “Teologia de Umbanda e suas dimensões”, em companhia de Mãe Karol, que ministra, também gratuitamente, dentre outras, a palestra “Exus e Pombogiras – Agentes de Luz nas Trevas”.

Por: Ademir Barbosa Júnior.